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publicado por Lisboeta1970-, em 19.08.13 às 22:57link do post | favorito

O estado português é um estado que existe na clandestinidade, e que usa a força das armas de fogo, para ficar com os direitos da população, e até é possível que seja um estado dentro de outro país (talvez a Roménia, e a Bulgária/Grécia é aquilo a que chamamos Espanha, ou estamos mesmo na península Ibérica e a Espanha é o nosso país, pois històricamente Portugal não teve a autorização do Papa, e só o conseguiu mais tarde recorrendo ao uso das armas)...

 

O político que pede asilo político é que tem que pagar as suas contas, e não viver às custas da população desse território. O problema é que o tal estado, nomeadamente os agentes policiais, e outros como tais, os chamados agentes da autoridade, usam todas as situações, e mais algumas, para obrigar a população a pagar os direitos dos tais que estão no território como convidados, e depois ainda cobram à população pelo serviço de obrigar a população a pagar, e vivem com o dinheiro cobrado, mas, é tudo tretas inventadas por esses falsos homens, amigos do alheio, os quais dizem estar ao serviço, do estado, da pátria, ou outra treta similar. O político pode pedir asilo, mas, tem de suportar as suas despesas com o seu próprio dinheiro, ou bens...

 

O facto é que cada um é que tem de pagar as suas contas, com o dinheiro da sua conta. E os polícias sabem disso. O que fazem é sacar das contas dos outros, colocar nas suas contas, e pagar as suas contas com esse saldo, mas, os outros não lhes encomendaram o serviço, os polícias fazem o serviço e cobram, quer a população queira, ou não queira. Mas, não só os polícias, os políticos também. Os políticos fazem listas de pessoas, depois fazem campanha para serem eleitos, e depois todos os outros da população (os não eleitos, e os que não estão nas listas), quer votem, quer não votem, têm de pagar prestações fixas mensais, mais as despesas com obras e assim, tudo porque os políticos estão ao serviço do povo, do país, da pátria, e outras tretas similares.

 

Depois são muito ignorantes, pois gastam milhões em listas e campanhas, para ganharem dois ou três mil euros por mês de prestação fixa, o que explica a corrupção, a qual é pretexto para recuperarem o dinheiro gasto em tais campanhas... Como não conseguem recuperar, ficam mandatos atrás de mandatos a chular tudo e todos... E para conseguirem ser eleitos até os mortos são mantidos nos livros eleitorais (sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=82746)!!!

 

Mas, o que mais existe neste território são amigos do alheio, os quais se fossem analisados, verificaria-se que eles próprios não se consideram criminosos, pois, é tudo ao abrigo do tal serviço forçado, e no caso destes, verifica-se, porque se cruzam com a vítima, e se algo se altera no pensamento deles, ou se o seu olhar visa a vítima sem que tenham dado a ordem ao próprio corpo, ou outra situação similar, é então que se dá a situação em que a vítima é obrigada a entregar a carteira, ou o telemóvel, ou as jóias, etc., não que seja um assalto, mas, uma cobrança imediata devida por influenciar o pobre coitado do "ladrão".


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publicado por Lisboeta1970-, em 08.10.12 às 21:32link do post | favorito

Isto de haver, dois pesos, e duas medidas, na mesma república portuguesa, deixa os desfavorecidos com um trauma digno de uma queixa, em tribunal competente e de comprovada eficácia, face ao poder instituído (o chamado estaminá, estaminá é tipo estaminé, mas significa onde está mina, e mina rica)...

 

Um fumador vai passar a pagar quase dois maços de cigarros, mas só recebe um, ou seja, tipo pague dois e leve um. Mas, aqui algo está errado, porque o acto de comprar, não serve de prova, de que quem adquire um maço de cigarros, seja o fumador, e o fumador é que deve ser penalizado por estar a destruir o seu próprio corpo, e assim aumentar a despesa do serviço nacional de saúde... Seguindo este princípio, de que quem adquire um produto que prejudica a saúde, deve pagar uma taxa superior a 80% do seu preço de venda, o mesmo devia ser aplicado a quem adquire uma arma de fogo, ou seja, teria de pagar mais de 80% de taxa, porque as armas são muito prejudiciais para a saúde, causando ferimentos graves que obrigam a intervenções de urgência, as quais são muito dispendiosas, tanto em recursos, como em pessoal especializado, e assim aumenta a despesa do serviço nacional de saúde, com a excepção de que se a arma de fogo causar a morte imediata do alvo, a taxa seria reembolsada, pois o atirador demonstrava ter boa pontaria (risos)...

 

Mas há dois pesos, porque, a P. S. P., a G. N. R., e outros com registo no M. A. I., adquirentes de armas de fogo não pagam taxa nenhuma, ainda cobram balúrdios ao estado, por colocarem monos, armados até aos dentes, a circular no meio da população, a qual na sua maioria anda desarmada. Aliás o que não falta na república portuguesa, são, agentes portadores de armas de fogo, e também, vereadores, deputados, juízes, etc., os quais fumam tabaco, os quais bebem bebidas alcoólicas ao almoço, ou seja, no intervalo entre o período da manhã, e o período da tarde, do seu serviço. Ou seja, se quem lhes paga é o estado, e se quem suporta o estado são os trabalhadores, e se os trabalhadores pagam mais de 80% de taxa no tabaco, e depois os empregados do estado fumam de borla, pois pagam com o dinheiro do estado os seus cigarros, e ainda aumentam a despesa do serviço nacional de saúde, sem que nunca produzam qualquer riqueza para pagar o aumento da despesa do serviço nacional de saúde, e o serviço de saúde do estado é mais caro, que o serviço de saúde dos trabalhadores.

 

Para cúmulo, do actual cenário nacional, a TVI, hoje, emitiu um programa que mostrou algumas fundações com estabelecimento e que receberam dinheiro, dos municípios, do estado, do governo, da União Europeia, e no entanto estão sem registo legal... O que prova que cá dentro é o vale tudo!

 

Acho que já é tempo dos trabalhadores formarem junta nacional, e cobrarem taxas, ao estado e entidades similares, a torto e a direito, por isto, e por aquilo, desde a unha encravada, passando pelo buraco na estrada, até à falta de condições dignas e saudáveis de habitat; tem de ser, para equilibrar e fechar o circulo, pois o dinheiro a sair todo e sem entrar, não funciona... Ah, e se o estado não pagar, corta-se-lhe os benefícios!


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