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publicado por Lisboeta1970-, em 06.09.13 às 14:18link do post | favorito

Agora passam a não serem necessárias licenças, mas, as câmaras municipais licenciam os graffitis dos requerentes! Confuso no mínimo, como, todos os documentos publicados em diário da república, até porque nunca informa qual o enquadramento legal do mesmo...

 

sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83545

 

Hoje, no "Jornal da Uma" na TVI, mostraram o José Seguro, do PS, a lavar paredes sujas com tinta de spray, e na minha opinião, ou foi o próprio José Seguro que sujou a parede com tinta de spray, ou quer cumprir pena (à sua maneira, sem que ninguém perceba) de acções cometidas por ele no passado (pintou e sujou paredes com mensagens e desenhos)...

 

O José Seguro é o típico atrasado mental, com duas caras, ou seja, quando está em público é um cidadão cumpridor e honesto, quando ninguém está por perto é um marginal que estraga os bens alheios. Aliás uma câmara escondida fàcilmente o apanha na sua conduta dupla (e com este até é obrigatório violar a sua privacidade)... Quem não o conheça que o compre!

 

A questão é se estes gajos da política e justiça podem ter cadastro, se podem praticar crimes, e mantêr o exercício de funções. Toda a gente sabe que fazem tudo para ganhar dinheiro, desde negócios, a extorsão (do tipo, ou pagas, ou estrago o que é teu), até à fiscalização sem encomenda do serviço e com aplicação imediata de coima ou apropriação de bens do presumido infractor (o típico polícia/juiz/executor).

 

E não tem diferença entre partidos políticos, todos eles passam a vida a sujar paredes, com cartazes, com tinta, enfim, com o exercício do direito a se exprimirem, forçando os outros a tomarem conhecimento das suas más condutas...

 

É como os tribunais não terem câmara escondida visível na internet, aí é que se descobria as duplas condutas de gajos que não servem nem para limpar o próprio rabo (desde, juízes, advogados armados em juízes, funcionários armados em advogados, polícias armados com pistola, etc.). E só assim, com uma sociedade aberta, o cidadão podia exercer cidadania e governar a sua cidade, impedindo os infractores de prejudicar os outros.

 

Voltando à lei dos graffiti, só demonstra a falta de legislação na protecção do cidadão, o qual pode estar a passear e leva com os vapores de tinta na tromba, porque não precisam de licença, e como tal é o vale tudo, e como a tinta é tóxica o pintor usa máscara, mas, quem tiver o azar de passar no local fica com os pulmões atacados, e na certa, uma dor de cabeça para o resto do dia!


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publicado por Lisboeta1970-, em 08.10.12 às 21:32link do post | favorito

Isto de haver, dois pesos, e duas medidas, na mesma república portuguesa, deixa os desfavorecidos com um trauma digno de uma queixa, em tribunal competente e de comprovada eficácia, face ao poder instituído (o chamado estaminá, estaminá é tipo estaminé, mas significa onde está mina, e mina rica)...

 

Um fumador vai passar a pagar quase dois maços de cigarros, mas só recebe um, ou seja, tipo pague dois e leve um. Mas, aqui algo está errado, porque o acto de comprar, não serve de prova, de que quem adquire um maço de cigarros, seja o fumador, e o fumador é que deve ser penalizado por estar a destruir o seu próprio corpo, e assim aumentar a despesa do serviço nacional de saúde... Seguindo este princípio, de que quem adquire um produto que prejudica a saúde, deve pagar uma taxa superior a 80% do seu preço de venda, o mesmo devia ser aplicado a quem adquire uma arma de fogo, ou seja, teria de pagar mais de 80% de taxa, porque as armas são muito prejudiciais para a saúde, causando ferimentos graves que obrigam a intervenções de urgência, as quais são muito dispendiosas, tanto em recursos, como em pessoal especializado, e assim aumenta a despesa do serviço nacional de saúde, com a excepção de que se a arma de fogo causar a morte imediata do alvo, a taxa seria reembolsada, pois o atirador demonstrava ter boa pontaria (risos)...

 

Mas há dois pesos, porque, a P. S. P., a G. N. R., e outros com registo no M. A. I., adquirentes de armas de fogo não pagam taxa nenhuma, ainda cobram balúrdios ao estado, por colocarem monos, armados até aos dentes, a circular no meio da população, a qual na sua maioria anda desarmada. Aliás o que não falta na república portuguesa, são, agentes portadores de armas de fogo, e também, vereadores, deputados, juízes, etc., os quais fumam tabaco, os quais bebem bebidas alcoólicas ao almoço, ou seja, no intervalo entre o período da manhã, e o período da tarde, do seu serviço. Ou seja, se quem lhes paga é o estado, e se quem suporta o estado são os trabalhadores, e se os trabalhadores pagam mais de 80% de taxa no tabaco, e depois os empregados do estado fumam de borla, pois pagam com o dinheiro do estado os seus cigarros, e ainda aumentam a despesa do serviço nacional de saúde, sem que nunca produzam qualquer riqueza para pagar o aumento da despesa do serviço nacional de saúde, e o serviço de saúde do estado é mais caro, que o serviço de saúde dos trabalhadores.

 

Para cúmulo, do actual cenário nacional, a TVI, hoje, emitiu um programa que mostrou algumas fundações com estabelecimento e que receberam dinheiro, dos municípios, do estado, do governo, da União Europeia, e no entanto estão sem registo legal... O que prova que cá dentro é o vale tudo!

 

Acho que já é tempo dos trabalhadores formarem junta nacional, e cobrarem taxas, ao estado e entidades similares, a torto e a direito, por isto, e por aquilo, desde a unha encravada, passando pelo buraco na estrada, até à falta de condições dignas e saudáveis de habitat; tem de ser, para equilibrar e fechar o circulo, pois o dinheiro a sair todo e sem entrar, não funciona... Ah, e se o estado não pagar, corta-se-lhe os benefícios!


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