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publicado por Lisboeta1970-, em 30.01.14 às 19:22link do post | favorito

Tem-se assistido ao parlamento do costume, transmitido para todo o país na ARTV, sobre direitos, liberdades, e garantias; mas, nunca ninguém ouviu um único deputado ou interveniente no parlamento falar do dever de pagar o respectivo imposto (porque eles não têm entidade empregadora, logo não têm rendimentos, logo não faz sentido a alguém sem dinheiro discutir o dever de pagar o imposto)?

 

E é este dever que demonstra a inexistência da república, e a prova que o Cavaco não passa de um presidente dos ladrões (a maioria absoluta). Pois se o Cavaco preside (dirige) a república portuguesa e existem milhões de pessoas que pagam o imposto (cumprem com o dever), mas, não recebem os, direitos, liberdades, e garantias, adquiridos, então estamos perante a incapacidade das autoridades de manterem a ordem e os bons costumes, onde os animais que vivem no nosso meio têm a capacidade de ficar com tudo o que é supostamente fornecido às pessoas.

 

No fundo é o próprio Cavaco, e outros funcionários (sem empregador, tipo, juntas de freguesia, câmaras municipais, etc.) que ficam com o dinheiro dos deveres pagos pelas pessoas para receberem, água, electricidade, comunicações, manutenção, etc., ou seja, as pessoas pagam, as autoridades (os empregadores) não recebem o dinheiro, e os que furtam o dinheiro (os animais) contratam os chamados funcionários públicos para fornecerem às pessoas, esgoto tratado nas condutas da água, tensão eléctrica sem qualidade, comunicações a velocidades baixas e cobertura fraca, e a manutenção é uma miragem, existindo canalizações de água e esgotos, fios eléctricos, contadores avariados mas funcionais, etc., com mais de cem anos e ainda em uso, tudo porque o dinheiro é para pagar salários de funcionários sem empregador. E se mais dinheiro houver, mais funcionários são contratados sem empregador, tudo para impedir que o dinheiro esteja nas contas e que as autoridades consigam utilizar tais contas para cumprir com o fornecimento...

 

Ou seja, eu pago o imposto, via MB, e outro fica com o dinheiro e paga o seu imposto (com o dinheiro do meu imposto).

 

O facto é que ninguém recebe água, o que existe é que alguns têm filtros, e a urina filtrada pode ser bebida, sem ser altamente prejudicial à saúde. O facto é que ninguém recebe electricidade, o que existe é que alguns têm reguladores de voltagem, pois os aparelhos não funcionam a 230 volts, a inscrição de 230 V num aparelho eléctrico significa que essa é a voltagem máxima suportada por tal aparelho, pelo que as tomadas residenciais, deviam fornecer 219 volts, pelo facto de ainda existir muita peça de reparação à venda no comércio local de 220 V, nomeadamente resistências de termoacumuladores, etc., o que deve significar que a EDP faz ameaça, ou pagam, ou forneço 231 V...

 

E é assim que Portugal funciona, e quem queira fazer fortuna, é só arranjar maneira (tipo troika) de forçar os animais a pagarem-lhe, que esses são tipo Patinhas, nadam em cofres cheios de dinheiro (dinheiro dos impostos dos deveres de outros)!


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publicado por Lisboeta1970-, em 06.06.13 às 15:02link do post | favorito

Enquanto cada um habitante presente no território português, ficar à espera que outrem termine o abuso e furto dos seus direitos, Portugal não conseguirá sair da crise e esbanjamento...

 

O problema não é o desemprego, o problema é a quantidade de indivíduos que quer tudo e mais alguma coisa, mas, não tem o dinheiro necessário para o adquirir. E este é o início da crise.

 

Há um pouco de tudo, por aqui. Desde o trabalhador que afirma a pés juntos que lhe devem dinheiro, apesar de ter recebido todos os salários, apenas porque acha que é mal pago, e por conseguinte apropria-se das mercadorias destinadas à venda, e entrega-as a amigos, e até negoceia com desconhecidos à margem da empresa, depois é só aldrabar os inventários, e enganar os patrões colocando velhos aparelhos nas caixas de novos, etc.; desde as famílias que compram tudo e mais alguma coisa a prestações, bastando para isso estar num escalão de IRS que permita ao fornecedor penhorar tal rendimento, depois com o passar dos anos os bens adquiridos ainda nem estão pagos e surgem novos nos mercados, os quais são mais eficientes, e não há maneira de demover tais famílias enquanto não conseguirem levar os novos e entregar os velhos, os quais nem pagos foram, e assim alguém acabará por levar com tais velharias, após uma reciclagem, o que é prejudicial para o comércio, pois fica com estoques além do previsto... Estas são as situações mais comuns!

 

Também há aqueles que se recusam a trabalhar, e mesmo que estejam empregados, tudo fazem para garantir que nada produzem. Aqui penso ser o grosso da população activa, ou seja, empresas que funcionam como intermediários, com o único propósito de inflacionar os preços de venda ao público, com o objectivo de viverem às custas de quem adquire a retalho tais produtos. Novamente, tal é prejudicial para o comércio, nomeadamente os distribuidores, os quais não conseguem escoar os produtos como previsto... Tais produtos, existem cinco, os quais são os mais visados, a habitação, nas variantes de compra ou arrendamento, e a compra é sempre chave na mão, o que significa que o adquirente apenas pode dispor do edificado como entender, mas, legalmente não é sua propriedade perfeita, apenas o legítimo beneficiário (o proprietário é o conjunto das propriedades do edificado, ou seja, o legítimo proprietário é, por exemplo, a casa, a qual é efectivamente o detentor das propriedades, tipo, portas, janelas, chão, paredes, etc.); os outros quatro são, a água canalizada, a electricidade, o gás canalizado, as telecomunicações.

 

É brutal a quantidade de intermediários e terceiros que conseguem aumentar os preços de tais direitos, sem que sejam necessários para o seu fornecimento; apenas porque a legislação assim, obriga, ou permite!


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