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publicado por Lisboeta1970-, em 08.09.12 às 23:25link do post | favorito

É agora que se acaba o estado de vez, e passam os trabalhadores e ex-trabalhadores a sustentar, o que a constituição da república diz ser dever do estado, ou seja, a protecção do trabalhador e dos idosos.

 

É impossível, alguém que ganhe o ordenado mínimo sobreviver, com as rendas das casas, ao preço de mais de cem euros em média, a nível nacional, porque tem de trabalhar, e para trabalhar tem de ter forças, e para ter forças tem de se alimentar, ora se o ordenado mínimo fosse 600 euros, teria por dia 20 euros, 20 euros para fazer, duas refeições, pagar, renda, água, luz, gás, transportes públicos, ou seja, quem ganha o ordenado mínimo vai aguentar, três, quatro anos, e depois é o colapso da sua condição física, ou seja, o fim da classe trabalhadora abaixo dos 600 euros.

 

Por outro lado, se a receita da segurança social aumenta 7%, dos bolsos dos trabalhadores, e diminui 5% dos bolsos das empresas, a segurança social apenas vai receber 2% mais, do que recebe actualmente, o que levanta a questão, para que precisa a segurança social de mais 2% de receita... Será que vai aumentar o número de beneficiários? Para onde vai esse dinheiro?

 

Depois o tribunal, declara que é inconstitucional, retirar os subsídios dos trabalhadores, mas retirar os subsídios dos pensionistas não é inconstitucional? A diferença entre um trabalhador e um pensionista é, nenhuma... O trabalhador recebe contrapartida pelo trabalho realizado, e o pensionista recebe contrapartida pelos descontos efectuados durante a sua carreira contributiva. Ou seja, em termos de justiça, e legalidade, quem tem direito a receber a pensão por completo é o pensionista porque o dinheiro que recebe é aquele que já foi pago dos descontos aplicados ao seu salário.

 

Igualdade também não existe, porque os funcionários públicos têm um sistema de saúde muito superior, ao dos trabalhadores e pensionistas do regime geral...

 

Enfim, só resta declarar que isto não é práctica legal de governo. Por exemplo: Uma governante de casa, realiza as ordens do senhor da casa, e se faltar dinheiro não é a governante da casa do senhor, que lhe vai dizer quanto o senhor tem de gastar na casa, se só lhe dá um valor por dia ou mês para governar a casa, não vai gastar mais, ou pior, não vai começar a sacar dinheiro, do motorista, e jardineiro, e outros trabalhadores, da casa, para poder gastar mais na casa (simplesmente não faz sentido)...


aires a 22 de Dezembro de 2013 às 17:32
se o governo nao fosse ladrao , portugal seria uma grande naçao , nao exesteria emigraçao , a corrupçao continua ea desenformaçao , se perpetua no tempo, como uma maldiçao que nao tem fin , sera que estamos condenados a sermos escracvos de outras naçoes que elas prosperam e nao mandao os seus filhos emigrar, porque a ciencia lhe diz que filhos de outras naçoes virao para eles trabalhar HO HO HO ?????

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