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publicado por Lisboeta1970-, em 08.03.12 às 01:17link do post | favorito

Para os mais distraídos, esta coisa da república significa aquele que faz tudo o que precisa, ou seja, não depende de terceiros... Na prática, um republicano, faz tudo o que precisa, desde a roupa, passando pelo sabão, e acabando na comida, ou seja, vai à fábrica de vestuário, corta tecido, e fabrica a roupa que precisa, tendo claro passado antes pela fábrica de tecidos, e fabricado o tecido...

 

O que abre o jogo, é esta questão, pois se o governo é a república portuguesa, como pode ter dívida externa, pois seria suposto fazerem tudo aquilo que precisam (ou apenas usarem aquilo que produzem)!

 

Depois existe o meu problema, pois sou pessoa singular, e não sou republicano, nem socialista, nem democrático, nem monárquico, nem religioso, nem cristão, nem militar, ou seja, tive o azar de nascer em Lisboa, no século XX. E claro se tento encomendar produtos estrangeiros, é sempre a pagar o dobro, em alfândegas e assim, mas se eu não sou republicano, porque tenho de pagar a penalização, por estar a comprar no estrangeiro? É claro, que se alguém me perguntar o meu nome, eu digo logo, e depois o gajo deve ir à lista e lá diz, republicano, ou outra classificação similar, e pimba, lá tenho de pagar a penalização...

 

O facto é que as prisões estão cheias de indivíduos que nada fizeram, ou seja, estão presos, por crimes, que não foram os seus corpos que praticaram, sim, porque isto do nome tem a vêr com isso mesmo, identificar alguém pelo nome, permite condenar esse nome e depois colocar outro corpo associado a esse nome na prisão, sempre que o juíz condenar esse nome, mas, o facto é que há várias pessoas com o mesmo nome, e outras tantas que nem registo têm, ou seja, são corpos não indentificados! O mesmo se passa com os que trabalham, sempre o nome, ou um número, para os identificar; depois inventam, ou produzem máquinas, e pimba, os ganhos vão parar a outras bolsas, sem passar pela bolsa do que teve o trabalho... Povo ou máfia?


www.emigrar.info a 9 de Março de 2012 às 01:19
http://www.emigrar.info Entre 2000 e 2006, o número de portugueses que emigraram para Andorra, Suiça, França, Luxemburgo, Espanha e Reino Unido aumento de 419.048 para 639.622, de acordo com o relatório, indicado pelo Diário de Notícias. A Alemanha terá sido o único país a registar uma diminuição de portugueses a trabalhar no estrangeiro - menos 17 mil.

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