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publicado por Lisboeta1970-, em 30.07.14 às 00:45link do post | favorito

Outro grave problema do sistema português de saque ao trabalhador é que além de anular a retribuição do trabalhador, causa doença e mau estar ao trabalhador, ou seja, prejuízo grave. O ideal é não trabalhar por retribuição, ou seja, trabalhar por gosto e dedicação à profissão, porque a retribuição é tirada toda sempre, e mais alguns euros ainda, ficando o trabalhador devedor.

 

Um exemplo, que todos os trabalhadores sofrem na pele, literalmente, é a água canalizada, a qual é fornecida a habitações falsas. A água de esgoto, antes de ser despejada no mar tem de ser tratada, e assim é feito, só que a entidade que faz o tratamento não tem dinheiro pelo que o trabalhador tem que pagar pelo serviço, ou seja, sempre que o trabalhador abre a torneira na sua habitação, paga a água que gasta, a qual é a tal água de esgoto tratada... A água antes de ser despejada no mar, passa pela habitação do trabalhador, por isso a água na praia de Caxias no distrito de Lisboa, e arredores, está cheia de pedacinhos de fezes... Também acontece a mesma situação na pequena enseada na praça do Comércio em Lisboa... E porque tal acontece? Porque as habitações onde vivem os trabalhadores não são habitações destinadas a ser habitadas por seres humanos ou animais, são destinadas e foram edificadas para o propósito de servirem de caixa de ar aos esgotos tratados, só que os corruptos e oportunistas do alheio fizeram adaptações, com torneiras e louças e electricidade e assim, em tais habitações e fizeram contratos de arrendamento ou venda, enganando (por vezes não), aqueles que passam a habitar tais lugares fedorentos. Essas habitações apenas teriam águas correntes sempre que a entidade que trata esgoto a descarrega-se!

 

Esta situação aplica-se a montes de situações no sistema português. Por exemplo, muito do alimento vendido em hipermercado é na realidade fezes humanas (www.dailytech.com/Japanese+Make+Delicious+Nourishing+Steaks+From+Human+Feces/article21932.htm), e aposto que no Japão existe uma notícia igual a esta a dizer que em Portugal existe cientistas que conseguem produzir carne a partir de fezes... Acho que já comi muita merda nesta vida, e o pior é saber que vou continuar a comer, isso ou deixar de comer, ficando, ou correndo o risco de ficar, anoréxico!


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publicado por Lisboeta1970-, em 27.07.14 às 09:39link do post | favorito

Um dos principais problemas das cidades, e outros locais sujeitos a ordenamento de território, é que, existe uma imensidade de gentalha (mesmo himalaias deles) que vendem ou alugam tudo e mais alguma coisa, mas, nada lhes pertence...

 

O INATEL, esse instituto nacional que gasta milhões do governo (dinheiro dos trabalhadores) e depois cobra aos trabalhadores que queiram usufruir dos, espaços, e actividades, e alojamentos, etc., é o perfeito exemplo do grande problema nacional, a corrupção. Ora, os gajos, alugam, vendem, seja o que fôr, desde alojamentos em parques ou vilas, até computadores, e viaturas, os quais deviam estar ao serviço dos institutos e entidades similares, mas, andam nas mãos de gajos que nem serviço prestam nesses institutos, e assim. Ou seja, ficam com montes de dinheiro dos que pagam, e caso esteja previsto serem entregues quantias monetárias às entidades competentes, entregam uma fracção do que foi cobrado! É do tipo de uma inflacção sobre algo que nem lhes pertence e caso não paguem o que pedem (aqueles que saibam as tabelas monetárias, e a que se destina tais bens), ficam impedidos de usufruir de tais bens...

 

Muitos serviços, quer tenham consciência ou não, estão a ser usados neste esquema de corrupção (o qual funciona por todo o mundo). Muitos funcionários pensam que estão ao serviço de empresas, as quais são contratadas pelos municípios e autarquias, mas, é tudo treta, é intermediários que querem dinheiro, e muito, para permitir que tais bens sejam usados para o que foram destinados. E quem tente combater essa gente, acaba a levar porrada até deixar de conseguir combatê-los!

 

A prova final, é que, os ricos ficam mais ricos, e os pobres ficam mais pobres, no oposto, à constituição da república, e direitos humanos, e outros tratados internacionais, bem como a violação de quase todos os princípios gerais da legislação. Por outro lado, como a legislação quase nunca se aplica, o mais certo é ser a, legislação, e constituição, e demais tratados, um monte de patranhas, ao serviço dos servos do deus nazi (deus nazi, o homem-deus, a besta, que para ser vencida, é preciso fatos herméticos e autónomos, pois tal besta tem gás capaz de transformar carne e ossos em pó, por isso os cativa e faz deles servos obedientes).

 

A escolha é sua!


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publicado por Lisboeta1970-, em 18.05.14 às 21:45link do post | favorito

Ora, cá estamos, em pleno território nacional, para afirmar e comprovar que Portugal não paga o que deve, e além disso paga um salário mínimo nacional, ou similar, o qual tinha que ser 6 a 7 vezes superior, para estar ao nível da despesa europeia que cada um precisa para ter uma existência digna e saudável...

 

Quem o diz não são os trabalhadores, mas, os políticos suíços, esses verdadeiros amigos dos países pobres da Europa:

 

noticias.pt.msn.com/su%C3%AD%C3%A7os-rejeitam-introdu%C3%A7%C3%A3o-de-sal%C3%A1rio-m%C3%ADnimo-%C3%BAnico-de-3300-euros

 

É claro, que o povo suíço, ou melhor dizendo, o eleitorado, rejeitou tal imposição, não fosse o diabo tecê-las, e a empregada de limpeza comprásse um Ferrari a prestações (muitas prestações, mas, pagava o carro, a limpar o pó, a aspirar, e assim)... Quanto aos 3300 euros mensais, serve de prova, para toda a Europa, do valor mensal necessário para viver na Europa, sim, porque os políticos suíços não inventaram tal valor, é um valor calculado em função da verdadeira necessidade individual do europeu do século XXI. O socialismo, seja à esquerda, seja à direita, e mesmo o nazismo, e até o cristianismo, não serve à actual Europa (fascistas)! Nem aos direitos humanos! Nem aos direitos do trabalhador europeu! 

 

Já o trabalhador português vive num dos piores países do mundo, da actualidade, é pago a feijões, e ainda leva com o lixo da Europa... Turismo em Portugal é a maior anedota, só se fôr turismo para os europeus estrangeiros que sejam pobres nos seus próprios países! Quem quer dormir numa cama que foi feita por empregada que ganha quinhentos euros mensais, só se quiser apanhar uma carrada de ácaros, ou pior ainda, pulga, percevejo, carraça, e algum carrapato.

 

Quanto ao político português, fica claro e esclarecido, que são todos uns, grandes mentirosos, aldrabões, e coniventes com a exploração do trabalhador português; uns nabos que só servem para... Para nada!


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publicado por Lisboeta1970-, em 07.03.14 às 00:45link do post | favorito

Lá diz o povo, não fode, nem sai de cima. Assim, estão os patrões velhinhos de Portugal.

 

rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=141301

 

Bom, sei que não sou mais esperto que esses patrões, basta comparar a minha conta bancária com a da deles, mas, os trabalhadores portugueses nunca vão conseguir trabalhar mais, porque os salários são baixos, já o oposto, se os salários aumentarem, tipo, para o dobro, acredito que seja possível os trabalhadores portugueses produzirem mais. O contrário não, porque com, fraca alimentação, fraco vestuário, fraca habitação, ninguém consegue vencer no mercado laboral... E essas coisas da, alimentação, vestuário, habitação, são caras, especialmente se forem de qualidade de topo.

 

Já, o Belmiro, fala assim porque nas lojas do Continente e assim, não faz sentido pagar melhores salários, porque lá nã se produz, são serviços que só servem para gerar despesa e inflaccionar os preços, por isso, quanto mais devagar melhor, pois mais caixas têm de estar abertas ao mesmo tempo, e mais dinheiro se pode cobrar nos P. V. P. e facturar, e porque os salários são "peanuts"!


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publicado por Lisboeta1970-, em 05.05.13 às 17:54link do post | favorito

A injustiça fiscal, é tremenda. Vamos fazer contas...

 

Um trabalhador que exerça profissão numa empresa, que seja solteiro sem dependentes, que ganhe 900 euros mensais, na práctica tem um salário líquido real de 530,15 euros, porque 11%, ou seja, 99 euros mensais para a segurança social, porque 12,5%, ou seja, 112,50 euros mensais para o IRS, porque 23%, do restante (900 - 211,50 = 688,50), ou seja, 158,35 euros mensais para o IVA, o que dá um total de taxas directas de 369,85 euros mensais. É claro, que algumas mercadorias a serem adquiridas podem ter uma taxa inferior a 23%, mas, 90% dos gastos mensais são à taxa máxima de 23%.

 

A injustiça fiscal é tremenda porque, produtos alimentares, que estejam na taxa de IVA máxima, tem a mesma taxa que objectos puramente estéticos, como uma jarra de vidro, ou uma escultura, o que é indício de uma taxa de IVA aplicada em função dos produtos mais adquiridos, e não em função de ser um luxo desnecessário.

 

A injustiça fiscal é tremenda porque, um profissional de escritório, que passa o dia a atender telefones, e a escriturar, trabalha menos que um artesão que produza cestos de vime, o qual se conseguir vender 900 euros de cestos por mês, é taxado tal como o profissional de escritório, ou seja, a fórmula do ministério das finanças é incorrecta, pois visa apenas o rendimento, e não a categoria profissional.

 

Aliás contas feitas, para Portugal estar ao nível da Europa, um trabalhador tem de ganhar cerca de dez vezes o IAS, ou seja, 419,22 x 10 = 4192,20 euros mensais, dos quais mais de metade serão retirados em taxas directas.

 

Ora se isto não é exploração e furto às carteiras dos trabalhadores, muitas vezes efectuado por aqueles que se fazem passar por pais do trabalhador, e a corja dos seus filhos e netos e bisnetos, não sei o que seja...


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publicado por Lisboeta1970-, em 04.05.13 às 16:49link do post | favorito

O governo e as suas patranhas... E eu ainda acho que o ideal é dar, nas próximas eleições, a maioria absoluta ao PSD. Não que eu seja militante ou apoiante desse partido, aliás os partidos políticos portugueses são todos um embaraço ao povo e população nacional, e a vergonha da Europa, mas, a maioria para o PSD é o ideal pois obriga esse partido a cumprir com as medidas necessárias para evitar o colapso dos bancos.

 

Mas, isto do António Seguro dizer que acaba com as dívidas das empresas, está a referir-se às empresas dos socialistas que devem milhões à segurança social, e ao alterar a legislação para que as dívidas sejam anuladas, acaba com o sistema de pensões de vez. A única ilegalidade nestas legalidades é que o trabalhador ficou sem o dinheiro em pagamentos descontados da sua retribuição para garantir que tinha direitos na doença ou velhice, e afinal ficou sem o dinheiro dos descontos e taxas e contribuições, e agora que está doente ou velho, vai ficar sem os seus direitos adquiridos ao longo da sua carreira de trabalhador... O facto é que o slogan do PS devia ser, "Porquê adiar o inevitável?", ou seja, acabem de vez com os direitos dos trabalhadores, e os trabalhadores e reformados que morram à fome e de doença, pois tais trabalhadores e reformados não servem para nada, pois o importante é a contabilidade do estado português socialista.

 

Mas, por outro lado, o que se passa com o sistema das pensões, é o mesmo que se passa com os seguros, nomeadamente, os seguros de, automóvel, actividades de risco, pessoais, roubo, PPR, etc., ou seja, é tudo obrigatório em certas situações, os que pagam tais mensalidades acabam muitas vezes por ficar sem o dinheiro e sem qualquer apoio quando sofrem a eventualidade que o seguro dizia na brochura que protegia. E porquê? Porque o dinheiro das mensalidades de cada segurado está em parte nenhuma, desaparece, e acaba em fundos de terceiros, e a causa principal é que nem sequer existe a empresa dos seguros, é tudo clandestinos, que convencem agentes legalizados, os quais têm tudo legal, e depois entregam o dinheiro à central que é clandestina (sem legalidade para existir, comercialmente, ou institucionalmente), mas lá que estão estabelecidos estão. O mesmo se passa com a segurança social e fisco estão estabelecidos, mas na clandestinidade, sem qualquer enquadramento com a legislação, até porque tanto a segurança social e fisco para cumprir com as suas obrigações legais tinha que ter, batalhões, e batalhões de fiscais (instruídos e habilitados), os quais não existem porque é incomportável, em termos salariais...

 

Seja como for, quem é obrigado a pagar e contribuir, e a efectuar depósitos legais, seja o que for, se é obrigado a entregar dinheiro, e não recebe bens ou serviços que encomendou, está a ser burlado, e vai ficar sem o dinheiro...


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publicado por Lisboeta1970-, em 18.04.13 às 21:45link do post | favorito

Já fazia falta a Portugal, um governo que fomentasse a prostituição, e que abri-se um precedente na história da política nacional, onde o governo comece a guardar o dinheiro dos trabalhadores e pensionistas, tal como um chulo faz às suas prostitutas...

 

Então em 2012 quiseram ficar com uma prestação mensal, das catorze que os trabalhadores recebiam, e conseguiram. Em 2013 quiseram pagar em duodécimos o subsídio de férias e parece que vão conseguir (tudo graças ao TC), ou seja, no fim do primeiro semestre, os trabalhadores e pensionistas, costumavam receber o subsídio de férias, e agora só vão receber metade, e a outra metade só estará paga na totalidade em Dezembro...

 

Isto é exactamente o que um chulo faz às suas prostitutas, dá-lhes protecção e guarda-lhes o dinheiro, e quando as prostitutas querem dinheiro, dá-lhes algum, mas, quando as prostitutas querem o dinheiro todo na mão delas, dá-lhes porrada, não que o chulo seja mau, mas, dá-lhe grandes tareias, para a proteger, a prostituta, de si própria (da sua fraqueza e fragilidade)!

 

Já o Gaspar quer o dinheiro na mão dele, porque assim mete-o todo em aplicações financeiras, as quais dão sempre para o torto, ou seja, o dinheiro desaparece, a empresa declara falência, a bolsa entra em queda, a troika faz arresto dos ganhos, o tribunal fecha para férias, alguma outra desculpa se arranjará, não fosse este governo o primeiro de muitos... O pobre diz que o rico fica com o dinheiro de dois ou três mil pobres, e o rico diz que o ganhou, mas, ambos, o pobre e o rico não trabalham, e o dinheiro é de algum terceiro que ninguém faz ideia quem seja, e sempre que o legítimo receptor do dinheiro aparece, acaba sempre por desaparecer sem deixar rasto!

 

Tudo isto acontece porque o estado português não consegue distribuir a riqueza, nem sequer consegue ser autónomo, estando cada vez mais dependente de tudo e de todos!


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publicado por Lisboeta1970-, em 05.12.12 às 03:04link do post | favorito

Eu acho, é minha convicção, tenho quase a certeza absoluta, que os trabalhadores portugueses não têm que contribuir para o estado português, ou União Europeia, ou quer que seja, a menos que queiram doar dinheiro a esses organismos estatais...

 

O problema é como fazê-lo, ou seja, como demonstrar aos, socialistas, democratas, republicanos, monárquicos, religiosos, e outros que tais, e fazê-lo com estilo, que não é dever do trabalhador, ou trabalhadores, pagar para orçamentos de estado, ou mesmo entregar dinheiro para viabilizar tais despesas.

 

Pode-se recorrer a um tribunal, mas, nenhum há em Portugal que não seja implementado por esses mesmos grupos...

 

Pode-se recorrer às escolas de educação superior, mas, nenhuma há em Portugal que não seja implementada por esses mesmos grupos...

 

Pode-se recorrer às respectivas famílias, mas, nenhuma há em Portugal que não seja a própria a impedir que a criança, futuro trabalhador, venha a tomar conhecimento das regras nacionais...

 

Daí a educação escolar omitir e direccionar tal criança para o analfabetismo, inclusive aquelas crianças que chegam a frequentar o chamado ensino superior, que nada mais é que educação superior, no sentido, de educação em como se sentar à mesa, e outras boas maneiras, ou seja, que é "feio" tentar ganhar dinheiro e não entregar esse dinheiro ao estado.

 

Os enquadramentos legais são claros, e qualquer juíz sabe, que nenhuma entidade pode ser representada por um indivíduo, ou seja, é impossível que o governo português tenha relação com um único trabalhador, sempre com um sindicato, uma entidade, que defenda os interesses dos trabalhadores no posto de trabalho... Logo é impossível que um trabalhador possa pagar, IRS, IVA, IMI, pois não é entidade. O que acontece sempre é receita extraordinária! E essa receita não pertence ao governo, e fica nas contas públicas, e acaba sempre por ser gasto nos caprichos desses grupos, desde famílias, até aos socialistas, seja para comprar uma mobília nova, que a Maria viu lá para Odivelas e é tão moderna que ela tem que a têr, seja para pagar uma viagem a Bruxelas porque o socialista quer ir visitar o gabinete onde se define a política externa para os assuntos da comissão europeia, etc., a lista não tem fim, e acaba por chegar a pagar a conta da água e da electricidade e da renda do imóvel da própria junta de freguesia onde o trabalhador reside...


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publicado por Lisboeta1970-, em 24.02.11 às 20:57link do post | favorito

Nesta coisa dos polícias e ladtrões, da justiça, da segurança pública e social, o único resultado garantido é que quem fica sempre sem o dinheiro, é o trabalhador e o cidadão...

 

O trabalhador, não pediu (ou encomendou) tais serviços, mas como diz o povo: "Fazem a festa, atiram os foguetes, e apanham as canas!", ou seja a classe política obriga a haver eleições, depois legislam para haver impostos, depois pagam a empresas públicas para implementar o regime e o governo deles... Tudo com o dinheiro dos outros, e depois estragam a língua do português, dizendo que isto tudo é democracia...

 

Mas o resultado final está sempre à vista, e é sempre o mesmo, o trabalhador fica sem a sua retribuição, o proprietário fica sem os seus bens, o cidadão fica com uma cidade decadente, tudo para que a portuguesa possa ter acesso ao dinheiro e tudo o que o dinheiro compra...

 

Vale tudo: usura, inflacção, tributação, elites, classes... Sempre a apropriarem-se o que outros produzem, porque usam de mercenários (as polícias)!

 

Ou seja, polícias, ladrões, políticos, médicos, enfermeiros, advogados, juízes, é tudo a mesma coisa; todos eles vivem dos furtos que são realizados aos trabalhadores e às caixas dos cidadãos, quer os trabalhadores e cidadãos queiram quer não.

 

Não há como escolher, porque é tudo fruto do crime... O que não entendo é porquê furtar, pois furtar também dá trabalho, e, se dá uma trabalheira enganar os que trabalham porquê não trabalhar também...

 

Deve ser pelo gozo do engano, tipo: Eu nunca trabalhei, e tenho casa, e carro, e mulher, que felicidade, mas, a certeza é que para ter aquilo tudo deu uma trabalheira dos diabos...


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