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publicado por Lisboeta1970-, em 19.03.14 às 16:49link do post | favorito

Algo que não funciona, algo cujo sistema não serve o seu objectivo, é algo que não tem utilidade, é algo que está a mais, e cujo único destino é a lixeira.

 

Se Portugal é algo que não existe, ou existe mas sem funcionar, só resta inquirir porque os populares e famosos políticos perdem o seu tempo nesta fantochada e novela da vida real! Porque são todos agentes das vigarices e esquemas que lhes dão as riquezas que todos eles procuram...

 

O que faz, o Coelho, e o Cavaco, e o Portas, e o Seguro, etc., e o presidente disto, e daquilo; fazem obras, obras milionárias, obras com materiais de elevado valor comercial, ou seja, ali está a riqueza que eles buscam, depois é só converter todos esses materiais, em dinheiro, ou saldo bancário, ou capital, os esquemas são muitos, desde vender aqueles materiais a outras obras e usar materiais inferiores na obra onde seria suposto serem empregues, desde debitar as custas ao governo, ou outro, de Portugal, e depois passados anos, vir a troika cobrar o dinheiro, como não existe tais quantias megalómanas, fazem arresto dos bens, ou seja, os tais materiais de grande valor pagos com dinheiros públicos, mas, que afinal não foram pagos, e a população tem a dívida pública para pagar e a troika leva os materiais de valor, ou seja, a população deve a uma entidade (dívida pública) por algo que nunca foi pago por essa entidade, e em vez de pagar à troika, fica sem os materiais de valor (que são a única coisa com valor, pois o dinheiro tem valor zero, é papel)...

 

Mas, isto não está sem funcionar apenas nas obras, até a internet não funciona como devia, porque os ISP portugueses (TMN, Optimus, Vodafone, etc.) não têm os servidores necessários a atingir as velocidades prometidas, ou seja, a população paga por velocidade máxima, recebe velocidade bastante inferior, e ainda usam o seu computador terminal, como computador servidor, porque o servidor que custa milhões, está algures numa empresa qualquer ao serviço dos privados. O serviço que é pago pela população, mas, não o recebe. Outra prova é a manutenção das cidades e edificados, quem paga tudo é o município, com os dinheiros que cobram à população, mas, os serviços de limpeza são sempre aldrabados, a manutenção é feita quando existe avaria, e os abastecimentos são, sem filtros, sem pressão, sem tudo o que tenha valor, pois tais valores facturados mensalmente ao munícipio, nunca estão ao serviço de quem os paga mensalmente...

 

Aliás, segundo a linguagem praticada pelo, Coelho, e outros similares, é do tipo, filho de puta, e cabrões, e merda, e assim, típico da linguagem usada nos cafés e bares! Ou seja, o hino nacional desses políticos devia ser assim:

 

heróis do caralho

salsicha nobre

tesão valente

e imoral

 

chamai a cona nova

sem mau cheiro

ou infecto-contagiosa

em portugal

 

entre as putas

e as fodas

venham os valores

e bolsas cheias

 

etc.

 

Depois vergonhoso é ainda virem com peditórios nacionais, onde chegam a ir à TV (hoje no Portugal no Coração) dizer para as pessoas darem o que puderem (pedir esmola em directo e ao vivo com o aval da RTP e a produção desse conteúdo). Ora, tanta instituição de solidariedade, tanto subsídio, banco alimentar contra a fome, e os indivíduos que tenham o suficiente para si ainda têm que dar o que puderem para os que recebem milhões (Cáritas, cruz vermelha, paróquias, etc.)... É estranho! Mas muito vergonhoso...


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publicado por Lisboeta1970-, em 12.10.13 às 14:43link do post | favorito

Ainda está para nascer o dia em que um político diga a verdade...

 

expresso.sapo.pt/ribeiro-e-castro-ataca-cortes-nas-pensoes-de-sobrevivencia=f835343

 

O estado não é pessoa (ponto final), quem não é pessoa de bem são os agentes que se fazem passar por representantes ou agentes do estado, mas, que desde, pelo menos há quarenta anos para cá, são sempre indivíduos à procura de lucrar quantias monetárias com os bens alheios...

 

O estado com as suas leis e procedimentos continua, minuto a minuto, a engajar todos os que procuram violar o estabelecimento, recorrendo a reformatórios e outros tipos de controle mental...

 

Aliás, indivíduos como, o Hitler, o Mussolini, etc., terão sempre fracasso, porque tentam colocar nazi a trabalhar, e isso é algo de impossível, aliás, para descobrir um nazi basta dar ordem directa para o nazi executar um determinado trabalho, imediatamente e na sua presença, que o resultado será tudo menos o pretendido...

 

Para o nazismo ainda não foi descoberta a cura!


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publicado por Lisboeta1970-, em 20.07.13 às 13:25link do post | favorito

O que o povo precisa perguntar, ao Cavaco, ao Coelho, ao Portas, é, se o senhor tivesse um milhão de euros, o que faria?

 

Será que eles doavam o milhão ao estado português, para este pagar dívidas?

 

Será que eles usariam o milhão para gerar riqueza privada?

 

Será que eles gastavam o milhão em armas de fogo?

 

Aliás, como podem ter um milhão de euros no bolso, senão fôr o povo a trabalhar e a produzir, e porque o povo não gosta deles? Porque se gostasse daria-lhes dinheiro, similar ao que fazem os pais e avós, que dão dinheiro aos filhos e netos, apenas porque gostam muito deles...


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publicado por Lisboeta1970-, em 19.07.13 às 20:54link do post | favorito

O estado do políticos do regime português, ou seja, a economia actual, não existe, ou melhor, é um negócio, o estado não existe. O que está implementado em Portugal Continental e Ilhas (incluíndo as Desertas), é que tudo o que é de borla, o político português, manda colocar funcionário (o qual pensa que trabalha na função pública), com caixa para cobrar dinheiro a todos os utentes, ou seja, os utentes de serviço que era grátis, passa a ser serviço com taxa... O problema é conseguir canalizar todos os trocos para os cofres dos políticos, porque ladrão que rouba ladrão...

 

Depois tais serviços, começam a ter diminuição de utentes (os quais para pagar, preferem um privado), e começam a encerrar causando desemprego e precariedade, ou seja, todas as bandeiras da propaganda política, na realidade não são bandeiras, são sempre os resultados das políticas ilegais, e dos actos, dos políticos, e seus capangas...


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publicado por Lisboeta1970-, em 16.07.13 às 20:15link do post | favorito

De um ponto de vista de posições temos, nos assentos do parlamento da assembleia da república, um partido à direita, um partido ao centro, um partido independente, e três (ou mais) partidos à esquerda.

 

Ou seja, num cenário de eleições, se a esquerda tem de se unir para vencer eleições, quer dizer que, está fraca, e dividida, e que uma união com o único objectivo de ganhar eleições, só pode resultar em um governo de merda (em contraste com o actual governo, que é, uma merda de governo)!

 

P. S. governo de merda = governo à esquerda do vocábulo "merda"; merda de governo = governo à direita do vocábulo "merda".


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publicado por Lisboeta1970-, em 29.05.13 às 20:46link do post | favorito

Quem queira ter todos os seus direitos em pleno, só existe uma maneira de o conseguir, e garanto é pior e mais eficaz que uma bala.

 

É fazer guerra, ao governo, ao fisco, e à troika.

 

Mas, como, se eles têm submarinos com míssil, e sei lá mais quê?

 

É simples, apenas é necessário, um balde com tampa, e luvas. Calça-se as luvas. Enche-se o balde. E leva-se o balde para, a manifestação, o comício, ou feira onde o político anda a fazer propaganda eleitoral, depois tira-se a tampa, e atira-se o conteúdo na cara, do político, ou opressor, de preferência quando estiver a falar, para estar com a boca aberta...

 

Depois é só largar o balde, e depois largar as luvas, enquanto foge pela multidão adentro...

 

Atenção, não esquecer, encher o balde com fezes humanas líquidas. Também, funciona balões cheios dessa mistela fedorenta, para serem arremessados...

 

Ao fim de uma semana a levarem com merda na tromba, os deputados emitirão um comunicado, de mão no nariz, a informar que vão mudar o parlamento para Bruxelas, pois lá é mais central, e assim!

 

Lol.


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publicado por Lisboeta1970-, em 04.03.13 às 14:53link do post | favorito

É a febre do genocídio que está bem presente no dia-a-dia. Sempre a inventarem formas de matar os recém-nascidos, mas, sem cadáver, ou seja, matam a vida do organismo, mas, ficam tipo mortos-vivos, mexe, mas, pouco. Quanto mais não seja, para não incomodar os pais, que trabalham, e não têm tempo para cuidados intensivos. Assim, com doenças de desgaste rápido ficam mansos e moles, que só dá para dormir, o que é muito similar aos adultos que consomem drogas, as quais causam narcotização, o que é uma espécie de sono profundo, mas, com olhos abertos e actividade motora.

 

A sida, o HIV, são tudo, causas não naturais, mas, induzidas numa tentativa de prestar um serviço aos que querem controlar as massas, ou neste caso, os bebés, e idosos abandonados à sua sorte por esses milhares de lares clandestinos (a maior clandestina é a Santa Casa, a qual tem pessoal que mete medo) que existem neste país.

 

Isto da clandestinidade é tipo polvo, com as ramificações usuais de contratar pessoal não qualificado, geralmente pessoal de limpeza, o qual espalha produtos químicos pelo chão, capazes de destruir os pulmões do homem mais forte do planeta, quanto mais de idosos com fraqueza e fragilidade física.

 

Depois os recursos que os políticos gastam na investigação de novas formas de matar os indesejados, ou multidões, que segundo eles, os políticos, são os causadores de dano grave à economia portuguesa, mas, que não passa da velha psicose de arranjar culpados para a incompetência e ignorância, geralmente de quem ordena tais actos, e neste caso de todos aqueles que abraçam a função pública e as ciências políticas. As quais (as ciências políticas) em Portugal é do tipo mais estúpido de todos os tipos de políticas inventadas neste planeta. Atrevo-me a dizer mesmo uma política digna de macacos, e dos selvagens, tipo, o que vejo é meu!


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publicado por Lisboeta1970-, em 02.03.13 às 21:48link do post | favorito

Os políticos já investiram tanto dinheiro em Portugal, especialmente na Educação e Saúde, mas, eles, os políticos, são trafulhas, pois gastam tanto dinheiro em Portugal, mas, como depois não pagam, ou seja, encomendam os resultados e depois não os pagam, e assim sendo, os portugueses não devem um cêntimo, que seja, a essa gentalha de pés raspados (pobres, sem dinheiro, nem ciência), eles, os políticos, armados em doutores, e a quererem passar-se pelo rosto de Portugal, quando um pedreiro, ou canalizador, faz mais por Portugal que eles, os políticos, e mesmo assim, o pedreiro, ou canalizador, paga as suas contas...


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publicado por Lisboeta1970-, em 17.01.13 às 22:35link do post | favorito

Caso ainda não saiba, esses políticos que mandam no país, têm imunidade porque quando são encarcerados, e processados pelo sistema judicial, o gangue deles toma acções e comunica com os responsáveis pelo sistema judicial, e são logo postos em liberdade e os processos arquivados. É assim, quer acredite, quer não.

 

Uma forma de provar esse facto, é que as pessoas que têm imunidade perante a justiça, são pessoas com uma educação superior, que estão num nível social bastante elevado, por vezes de topo, e essas pessoas não praticam crimes, não praticam infracções, mesmo... Mas, esses políticos que mandam no país, ignorantes, como qualquer comum criminoso, dizem, que se praticarem crimes ou infracções, estão livres, porque têm imunidade! lol

 

Depois à os outros políticos, aqueles que como os trabalhadores, levam a política como uma função ou actividade, disponível nas cidades, e países, mas, que nada podem fazer contra as forças armadas, sejam, elas de polícias ou criminosos, e estes dois são na realidade uma simbiose, pois os polícias só servem de utilidade se houver ladrões, e os ladrões só conseguem sobreviver à captura, se a polícia existir, porque os donos geralmente não fazem prisioneiros, é mais ou corta-lhe uma mão, ou mata o ladrão, para cortar o mal pela raiz.

 

Depois, existe o Coelho do PTP madeirense, e esse nem eu sei, o que ele é; político não parece; político que manda no país também acho que não; parece um camponês que circula naquele meio e acaba por levar as coisas a peito, ou seja, torna a sua campanha, numa coisa pessoal e individual (sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/01/17/deputado-do-ptp-na-assembleia-madeirense-condenado-a-18-meses-de-prisao-com-pena-suspensa-1)!


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publicado por Lisboeta1970-, em 15.11.12 às 21:50link do post | favorito

O Socialismo, actualmente, em vigor na república portuguesa, é aquele em que um grupo de pessoas se junta para formar uma caixa comum.

 

Por exemplo, o político trafulha, faz campanha junto a cem pessoas e diz façamos caixa e eu prometo reduzir os impostos, e assim as cem pessoas fizeram, e puseram dez euros cada uma na caixa, que fica com mil euros; e o político levou a caixa. Depois o mesmo político continua a fazer campanha por outras localidades, e no fim do mês conseguiu fazer vinte caixas, a mil euros cada uma, tem um total de vinte mil euros... Depois arrecada para o seu bolso dez mil euros, os quais usa para os seus gastos pessoais (trafulhice)... Depois vai à primeira localidade e encomenda duzentas sacas com 20 kg de batata, que compra por 5 euros cada, e entrega cem sacas, uma saca de 20 kg a cada pessoa, e coloca as outras cem sacas nas lojas locais a dez euros cada uma... A venda rende 1000 euros, dos quais 500 euros são lucro do político, e assim são colocados quinhentos euros na caixa, e informa essas cem pessoas que as batatas que receberam teve um custo (imposto ou PVP) de cinco euros, e que a caixa tem quinhentos euros... Ou seja, o político reduziu o imposto em metade, pois quem compra na loja paga o dobro... Depois com os quinhentos de lucro faz o mesmo noutra localidade onde tinha feito campanha, e sempre que as pessoas pedem para vêr a caixa, o político apresenta sempre a caixa com quinhentos euros, quando chega ao fim das vinte campanhas que fez, tem mais dez mil euros em caixas, e entregou 200 sacas de batatas com imposto de 5 euros e vendeu 200 sacas de batatas com imposto de 10 euros em cada localidade da campanha...

 

É claro que a caixa é depois investida no mercado das acções, numa tentativa de duplicar o dinheiro para poder comprar mais duzentas sacas de batatas, sem novo pagamento das pessoas, e perdida total, e as pessoas ficaram sem os quinhentos euros da caixa, ou seja, as batatas custaram afinal dez euros, igual ao imposto pago por aquele que comprou na loja.

 

E quando o político diz que não vai aos mercados comprar, significa, que só tem uma caixa com quinhentos euros, e mostra sempre a mesma caixa, a cada grupo de cem pessoas, e diz, que irá voltar aos mercados, mas, agora ainda não; quando nunca vai voltar ao mercado porque tinha que ter vinte caixas, e só tem uma, e precisa dessa caixa para mostrar sempre que queiram verificar que o dinheiro está na caixa...

 

Lá diz o povo, que temos aquilo que merecemos!


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