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publicado por Lisboeta1970-, em 07.08.13 às 17:03link do post | favorito

Os governantes estão doidos, pois quando se começa a negociar o corte das pensões de sobrevivência e invalidez acima dos 300 euros, algo não está legal, e muito menos moral...

 

www.ionline.pt/artigos/portugal/reducao-10-atinge-pensoes-invalidez-sobrevivencia-partir-dos-300-euros

 

São os pobres e doentes, a literalmente serem pisados e maltratados, por governos eleitos em Portugal, e se os portugueses permitem este cenário, é porque não têm moral, nem bons costumes, o que se traduz em constantes abusos das crianças, e idosos maltratados, ou seja, não existe uma sociedade portuguesa, mas um monte de animais (fingindo serem políticos e dirigentes) cujo único objectivo é ficar com o dinheiro dos outros, sem escrúpulos...

 

Além disso, cortar pensões de funcionários públicos, até podiam cortar 90%, que os pensionistas da administração pública, continuavam a viver bem, porque como a maioria deles são corruptos, é evidente que recebem pelo menos dez pensões, tudo registado com variações do nome, tipo, nome completo, zé ninguém das silvas rosas, o que se traduz, em um pensionista com o nome completo, outro pensionista com zé ninguém rosas, outro pensionista com zé ninguém das silvas, outro pensionista com zé das silvas rosas, etc., ou seja, recebem 300 euros vezes dez por mês, só precisam usar moradas doutros, cujas casas foram abandonadas, e eles fazem-se passar por senhorios dessas moradas, as chamadas rendas baixas, ou outras situações; é só esquemas para meter ao bolso... Até porque, se cruzassem os dados das pensões, com o registo civil, encontrariam muitos duplicados, em fotos, em impressões digitais.

 

Depois, ainda temos os sem abrigo, os quais estão abaixo de cão, pois até os cães assassínos têm direito a serem bem tratados, e por causa da fantochada dos tribunais, descobrimos que são gastos 1700 euros, por semestre, por cada animal de quatro patas, colocado em canil, isto sim, é o auge do Portugal democrático:

 

arcadenoe.sapo.pt/forum/viewtopic.php?t=106002

 

Só falta, mandarem abater os idosos, e colocarem as crianças a trabalhar nas fábricas, e assim, e os doentes passarem a serem os novos sem-abrigo, e tudo ao abrigo da legislação!


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publicado por Lisboeta1970-, em 04.05.13 às 16:49link do post | favorito

O governo e as suas patranhas... E eu ainda acho que o ideal é dar, nas próximas eleições, a maioria absoluta ao PSD. Não que eu seja militante ou apoiante desse partido, aliás os partidos políticos portugueses são todos um embaraço ao povo e população nacional, e a vergonha da Europa, mas, a maioria para o PSD é o ideal pois obriga esse partido a cumprir com as medidas necessárias para evitar o colapso dos bancos.

 

Mas, isto do António Seguro dizer que acaba com as dívidas das empresas, está a referir-se às empresas dos socialistas que devem milhões à segurança social, e ao alterar a legislação para que as dívidas sejam anuladas, acaba com o sistema de pensões de vez. A única ilegalidade nestas legalidades é que o trabalhador ficou sem o dinheiro em pagamentos descontados da sua retribuição para garantir que tinha direitos na doença ou velhice, e afinal ficou sem o dinheiro dos descontos e taxas e contribuições, e agora que está doente ou velho, vai ficar sem os seus direitos adquiridos ao longo da sua carreira de trabalhador... O facto é que o slogan do PS devia ser, "Porquê adiar o inevitável?", ou seja, acabem de vez com os direitos dos trabalhadores, e os trabalhadores e reformados que morram à fome e de doença, pois tais trabalhadores e reformados não servem para nada, pois o importante é a contabilidade do estado português socialista.

 

Mas, por outro lado, o que se passa com o sistema das pensões, é o mesmo que se passa com os seguros, nomeadamente, os seguros de, automóvel, actividades de risco, pessoais, roubo, PPR, etc., ou seja, é tudo obrigatório em certas situações, os que pagam tais mensalidades acabam muitas vezes por ficar sem o dinheiro e sem qualquer apoio quando sofrem a eventualidade que o seguro dizia na brochura que protegia. E porquê? Porque o dinheiro das mensalidades de cada segurado está em parte nenhuma, desaparece, e acaba em fundos de terceiros, e a causa principal é que nem sequer existe a empresa dos seguros, é tudo clandestinos, que convencem agentes legalizados, os quais têm tudo legal, e depois entregam o dinheiro à central que é clandestina (sem legalidade para existir, comercialmente, ou institucionalmente), mas lá que estão estabelecidos estão. O mesmo se passa com a segurança social e fisco estão estabelecidos, mas na clandestinidade, sem qualquer enquadramento com a legislação, até porque tanto a segurança social e fisco para cumprir com as suas obrigações legais tinha que ter, batalhões, e batalhões de fiscais (instruídos e habilitados), os quais não existem porque é incomportável, em termos salariais...

 

Seja como for, quem é obrigado a pagar e contribuir, e a efectuar depósitos legais, seja o que for, se é obrigado a entregar dinheiro, e não recebe bens ou serviços que encomendou, está a ser burlado, e vai ficar sem o dinheiro...


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publicado por Lisboeta1970-, em 02.01.13 às 19:58link do post | favorito

O primeiro ministro justificou que o valor da pensão não está na constituição. Ou seja, pode ser retirada, desde que receba acima do mínimo garantido, mas, ó Coelho, então é ao contrário, não existe é mínima, o valor tem de ser adequado às necessidades (segundo a constituição da república) do cidadão, seja ele, trabalhador, pensionista, senhorio, etc.; ou seja, se o Cavaco diz que dez mil euros não lhe chega por mês para as suas despesas, pessoais, patrimoniais, profissionais, cívicas, etc., tem de receber mais...

 

Já a minha pessoa singular precisa de cem mil euros, ficando a aguardar que os serviços estatais se dignem a me creditar o valor em questão.

 

Também acho que qualquer pessoa singular com menos de quatro mil euros mensais, não se safa, pois se Portugal tem de estar ao nível das cidades europeias, com pagamento mensal, seja de aluguer, seja de prestação de aquisição de imóvel, a rondar entre os 600 e os 1500 euros, depois electricidade, etc., mais veículo, combustível, revisões e inspecções, muito difícil será chegar ao fim do mês com dinheiro a mais...


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