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publicado por Lisboeta1970-, em 21.03.14 às 03:24link do post | favorito

Porque existe malvados que mantêm os outros em cativeiro? Chegam ao requinte da malvadez de provocar cegueira parcial nos que têm em cativeiro, ou seja, o cativo não vê o captor, mas, vê a minha pessoa, e eu vejo ambos... Que ciência é essa?

 

Depois, filhos e parentes todos combinados para mantêr tal pessoa em cativeiro. E combinados para ficar com o dinheiro, do tipo, o filho diz vamos às compras e obriga o cativo a levá-lo, e está combinado com o captor que ordenou à GNR para fiscalizar tal estrada, e quando vão a passar são mandados parar pela GNR e acaba sempre em multa, pois falta sempre algo; o filho, ou outro parente, encarrega-se de mudar as coisas de sítio, seja, documentação, o triângulo, o colete reflector, ou até o pneu sobresselente.

 

A questão que não percebo é porque gajos com, tanta ciência, e tanto poder, e tanta informação, necessitam de estar a sacar o dinheiro e imóveis dos que mantêm cativos...

 

Primeiro distribuem a riqueza, cem, duzentos, trezentos, mil, etc., euros pagos a, pensionistas, trabalhadores, e depois de cumprirem com a distribuição, começam a fazer a colecta, ou seja, a cobrar taxas e impostos, para ficarem com o dinheiro outra vez. Então para que o distribuem? Que charada é esta? Ou alguma ciência económica, do tipo, dai e será-vos dado?

 

Porque têm, os pensionistas e trabalhadores, cuja taxa de IRS é zero, serem forçados a entregar declaração anual? Não faz sentido! Aliás qualquer pessoa, singular ou colectiva, sem contabilidade organizada, é ilógico estar a ser forçado a declarar rendimentos, ou a pagar taxas. É crime a associação criminosa, e se o governo recebe dinheiro de fonte incerta, então estamos perante associação criminosa! Aliás, basta haver um criminoso nas bancadas partidárias do parlamento, ou até no parlamento europeu, para ser considerado associação criminosa. Será que no meio dessa gente VIP haverá um único ladrão (pedófilo também serve)?

 

É por isso, no santo dia que, o Cavaco e o Coelho, deixarem de exercer a sua profissão e cargo, que eu deixarei quase de ter assunto, pois essa dupla está sempre presente (ou os seus lacaios)...


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publicado por Lisboeta1970-, em 08.01.14 às 20:44link do post | favorito

Assim, vai o país actualmente, sem sistema, sem lei, sem hierarquia.

 

Existem associações de indivíduos, e independentes, mas, todos visam sacar o máximo para o seu bolso, e todos sem sequer ter IRS que o justifique! O Cavaco não tem IRS que justifique o seu património, o Coelho nem pintado de preto teria tal património, ou seja, o padrão comum a todos estes indivíduos que vingam nos meios de comunicação social é que não têm IRS que justifique o seu património pessoal, e fazem disso cartaz, mesmo à descarada, para que todos tomem conhecimento que não temem nada, nem ninguém...

 

A comunicação social é o principal responsável por esta situação. E a demonstração de que não existe hierarquia no país. E se não existe hierarquia, é cada um por si, o vale tudo...

 

Se existisse hierarquia, não se assistiria a estes comunicados sociais feitos por todos esses que fazem como negócio ficar com o que é dos outros (dinheiro alheio, graciosamente chamado de dinheiro público), como se o que é dos outros fosse ilimitado, ou seja, sem fim!

 

Esses comunicados sociais deviam sempre ser realizados pelo porta-voz, ou do governo, ou do estado, ou da república, ou do tribunal, enfim, o porta-voz da entidade em questão, mas, o que se assiste diàriamente nos meios de comunicação é o oposto, todos efectuam comunicações sociais ao seu gosto, e dão-se ao luxo, de apenas responder se quiserem, ou seja, um porta-voz, teria que esclarecer os jornalistas nas suas questões, mas, assim podem dizer que não falo, ou isso é demagogia, ou vão todos p'ro cara... É como quiserem, o céu é o limite!

 

Prova, da falta de hierarquia, e que são todos empresa em nome individual ou colectivo:

 

expresso.sapo.pt/hillary-ja-tem-quatro-milhoes-para-se-candidatar-a-presidencia=f849538


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publicado por Lisboeta1970-, em 12.07.13 às 16:15link do post | favorito

Esta coisa do IRS tem sido muito complicado para o meu pensamento, pois eu penso como posso receber o imposto, e não consigo encontrar a solução...

 

Um imposto é um pagamento por algo, ou seja, compra-se uma chávena de café e paga-se o imposto em vigor na tabela de preços. Ora, o IRS, é o imposto sobre os rendimentos singulares, ou seja, é o pagamento que é efectuado aos que recebem tais rendimentos, sempre proporcional ao total do rendimento anual. Ou seja, quem receba abaixo do necessário para a sua existência digna, os serviços do IRS devem lhe pagar imposto para que possa ter o suficiente para adquirir tudo a que tem direito. Por exemplo, se recebe mensalmente 500 euros e gasta 50 cêntimos numa chávena de café, o IRS teria que o reembolsar 45 cêntimos do que pagou no estabelecimento. Ou seja, sempre que faz compras, teria que ser reembolsado em sede de IRS de parte do que pagou por o preço de venda ao público estar elevado para o seu rendimento...

 

O que se passa é o oposto, quem vende cafés, nem quer saber quanto ganha cada cliente, e as finanças (fisco) praticam o oposto, ou seja, quanto mais uma pessoa singular ganha, mais lhe é retirado do rendimento para pagar o IRS, o que não faz sentido.

 

E numa análise final, esta é apenas uma das corrupções que acontece em Portugal em 2013, pois além do IRS não funcionar como estabelecido legalmente, ainda acontece os casos em que o estabelecimento faz descontos em cartão, por exemplo, o Continente, os quais por vezes praticam desconto de 50% sobre determinado artigo apenas válido num determinado período de tempo, mas, em termos de imposto, o que é registado é que fulano tal apenas pagou metade do imposto devido, o que ainda torna mais díficil o cálculo do IRS!


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publicado por Lisboeta1970-, em 05.05.13 às 17:54link do post | favorito

A injustiça fiscal, é tremenda. Vamos fazer contas...

 

Um trabalhador que exerça profissão numa empresa, que seja solteiro sem dependentes, que ganhe 900 euros mensais, na práctica tem um salário líquido real de 530,15 euros, porque 11%, ou seja, 99 euros mensais para a segurança social, porque 12,5%, ou seja, 112,50 euros mensais para o IRS, porque 23%, do restante (900 - 211,50 = 688,50), ou seja, 158,35 euros mensais para o IVA, o que dá um total de taxas directas de 369,85 euros mensais. É claro, que algumas mercadorias a serem adquiridas podem ter uma taxa inferior a 23%, mas, 90% dos gastos mensais são à taxa máxima de 23%.

 

A injustiça fiscal é tremenda porque, produtos alimentares, que estejam na taxa de IVA máxima, tem a mesma taxa que objectos puramente estéticos, como uma jarra de vidro, ou uma escultura, o que é indício de uma taxa de IVA aplicada em função dos produtos mais adquiridos, e não em função de ser um luxo desnecessário.

 

A injustiça fiscal é tremenda porque, um profissional de escritório, que passa o dia a atender telefones, e a escriturar, trabalha menos que um artesão que produza cestos de vime, o qual se conseguir vender 900 euros de cestos por mês, é taxado tal como o profissional de escritório, ou seja, a fórmula do ministério das finanças é incorrecta, pois visa apenas o rendimento, e não a categoria profissional.

 

Aliás contas feitas, para Portugal estar ao nível da Europa, um trabalhador tem de ganhar cerca de dez vezes o IAS, ou seja, 419,22 x 10 = 4192,20 euros mensais, dos quais mais de metade serão retirados em taxas directas.

 

Ora se isto não é exploração e furto às carteiras dos trabalhadores, muitas vezes efectuado por aqueles que se fazem passar por pais do trabalhador, e a corja dos seus filhos e netos e bisnetos, não sei o que seja...


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publicado por Lisboeta1970-, em 17.04.13 às 21:15link do post | favorito

Agora foi a vez de haver manifestação daqueles que produzem produtos agrícolas. Então querem vêr que este país está cheio de agricultores? E essa é a vigarice destes serviços de finanças e dessa vigarista, a autoridade tributária...

 

Se essa gente que produz produtos agrícolas são agricultores, então aqueles que constroem casas são arquitectos! Claro que não, um arquitecto é um licenciado, e por vezes mestre em arquitectura, e quem constrói e vende casas são pedreiros e imobiliárias...

 

Logo quem produz produtos agrícolas, não é automàticamente agricultor, pois um agricultor é uma profissão tão complexa (ou até mais) como a profissão de arquitecto...

 

Um agricultor é conhecedor de, química, botânica, solos, etc., e o verdadeiro agricultor até produz a sua própria água. Logo essa multidão de gente que, escava a terra para plantar semente e colher seus frutos, não pode ser considerada, perante a lei, como agricultor, nem estar perante as finanças classificado como tal. Tal multidão de gente são melhor classificados como trabalhadores de campo, tipo, campónio, ou saloio.

 

Além disso como estão isentos de IRS até vinte e tal mil euros, não faz sentido, colectar um indivíduo, que não produza anualmente certa quantidade de produtos agrícolas, pois tal é impossível atingir tais valores de rendimentos, sem produzir várias toneladas de produtos agrícolas, a não ser que seja um vendedor excelente e venda couves e batatas à unidade a dez euros cada uma, ou seja, se assim fôsse teria que anualmente vender duas mil unidades de qualquer produto!


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publicado por Lisboeta1970-, em 09.02.13 às 23:25link do post | favorito

Nada bate certo nas contas do ministro Gaspar, nem existe rendimentos, nem estão a ser taxados os beneficiários dos rendimentos, porque, os trabalhadores, e reformados, não são os beneficiários, pois trabalharam toda a vida para assegurar os seus direitos, mas, agora inventam troikas e furtam os direitos dos trabalhadores...

 

Os beneficiários, dos rendimentos gerados, são aqueles que encomendam e recebem, o resultado dos trabalhos realizados pelos trabalhadores, e por isso apesar do cálculo do IRS poder ser efectuado sobre as contrapartidas recebidas pelo trabalhador, não é o trabalhador ou reformado que tem que pagar esse IRS!

 

Agora vem um grupo de juízes, e diz que é constitucional cortar os direitos, dos trabalhadores, e reformados, para pagar as despesas previstas no orçamento de estado, mas, só mesmo neste território nacional é que isto é possível, pois nem enquadramento legal existe, entre os direitos, dos trabalhadores, e reformados, e as despesas, do estado, ou da classe política. Mas, só lendo o Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 353/2012 (dre.pt/pdf1sdip/2012/07/14000/0384603863.pdf), é que se chega à conclusão que com juízes destes, só pode existir cadeias cheias de injustiças...

 

Os que nada têm, recorrem ao estado, a classe política quer fazer obras, recorre ao estado, depois o estado recorre aonde haver dinheiro, e quem fica sem o dinheiro, recorre a quem?


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publicado por Lisboeta1970-, em 08.12.12 às 22:43link do post | favorito

I. R. S. = Impréstimo Regime Socialista.


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publicado por Lisboeta1970-, em 16.11.12 às 20:06link do post | favorito

Conforme publicado em rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=85546, o governo recua, mas, a questão é porquê?

 

Será que é ilegal aplicar sobretaxa, numa taxa que já está definida e com tabela publicada? Será que os tribunais anularam tal sobretaxa? E os deputados face à anulação da sobretaxa o que fazem, aplicam outra sobretaxa, mas, com 3,5%! Sim, porque na mentalidade desses deputados, se os tribunais anulam uma sobretaxa de 4%, não é porque a sobretaxa seja ilegal, mas, porque 4% é muito elevado, e se 4% é elevado, porque não uma sobretaxa de 3,99%, sempre seria mais baixa...

 

É só, e apenas, mafiosos que não querem andar a violentar o comércio alheio, e assim viram-se para os que recebem retribuições monetárias (trabalhadores, pensionistas, empresários, etc.)!


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publicado por Lisboeta1970-, em 12.10.12 às 20:46link do post | favorito

Da perspectiva da constituição da república, a riqueza tem de ser distribuída, mas, só a quem cumprir com o dever de pagar o imposto. Ora, neste enquadramento, o IRS tem de ser um pagamento por algo, será o rendimento, ou seja, eu não tenho qualquer rendimento, vou à repartição de finanças, escolho o escalão do rendimento que pretendo receber, e pago a taxa desse escalão, e passo a receber mensalmente um rendimento entre o valor mínimo e máximo do escalão escolhido. Será assim o IRS? Se fôr assim, é similar a um empréstimo bancário, onde o devedor fica a pagar o juro sobre o valor emprestado, e assim a dívida permanece igual, mês apõs mês, sendo o juro ganho da entidade bancária, pois o devedor continua a dever a mesma quantia que lhe foi emprestada, ano após ano...

 

Seja, como fôr, a distribuição da riqueza, nada tem a vêr com a aplicação de taxas de solidariedade, ou outras taxas, aplicadas para combater a pobreza, ou desigualdade nos rendimentos, pelo que esta práctica é condenável.

 

Mas, não à dúvida que o imposto da constituição da república, é o P. V. P. (preço de venda ao público) da tabela afixada num estabelecimento comercial. Ou seja, quem quiser adquirir a riqueza distribuída a um estabelecimento comercial, tem de pagar o imposto a esse estabelecimento comercial.

 

Os rendimentos não são riqueza a distribuir. Os salários não são riqueza a distribuir. A retribuição por prestação de trabalho não é riqueza a distribuir. E o dinheiro que não seja comprado na repartição de finanças por essa entidade, não pode ser taxado de IRS.

 

Será, que os trabalhadores, não acham estranho que a declaração de IRS, não tenha um campo para registar o número de horas que se gastou para receber tal rendimento? Ou seja, vou a uma empresa, trabalho uma hora, e recebo cinco mil euros, e depois, declaro que recebi, nesse ano, cinco mil euros da entidade tal, e qualquer um pensará que trabalhei lá vários meses...

 

Logo, colocarem tudo no mesmo saco, constitui, uma injustiça, uma ilegalidade, um furto às carteiras pessoais de cada entidade, seja essa entidade, pessoa singular, pessoa colectiva, ou outra...

 

Mas, por outro lado, se em 2013 deixa de ser feriado nacional, o 5 de Outubro, só pode significar que a implantação da república deixa de ser, ou seja, deixa de existir qualquer constituição da república. Similar a um dia, feriado, dedicado a um santo religioso, se não fôr feriado, é porque o santo não tem importância...


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publicado por Lisboeta1970-, em 11.10.12 às 22:06link do post | favorito

Hoje, foi publicada o que aparenta ser a nova tabela de IRS para 2013 (ou 2012, ainda não percebi se é aplicada aos rendimentos auferidos em 2013 ou 2012), a qual pode ser consultada em www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/impostos-irs-escaloes/1382719-1730.html, mas, depois é preciso considerar que, os rendimentos mensais até ao salário mínimo nacional estão isentos de IRS, mas, é aqui que começa a ilegalidade, porque também existe o chamado "mínimo de existência" que é actualmente de 570 euros (de acordo com o publicado em www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1570400), ou seja, rendimentos mensais abaixo deste valor não pode existir, ou seja, estão isentos de qualquer IRS, taxa, sobretaxa, mas, na práctica tal não acontece.

O facto, é que o titular do rendimento, se tiver terrenos agrícolas, ou outra fonte, donde obtém a sua alimentação, tal poderá ser considerado rendimento, tipo em géneros. Mas, na práctica, ninguém que habite em zona, não rural, e aufira abaixo dos 570 euros mensais, pode existir, sem os 570 euros mensais, mas, que eu saiba, nenhuma entidade em território nacional, se dedica a verificar que os que declaram rendimentos inferiores a 570 euros mensais, tenham que receber complemento para fazer os 570 euros.

Afinal o 5.º escalão está abaixo do comunicado em www.online24.pt/escaloes-de-irs-2013/.

Ilegal porque:

1.º Quem ganha 600 euros mensais brutos não consegue existir, e mesmo que o 5.º escalão perca 50% do seu rendimento anual, nunca deixa de existir por essa perda.

2.º O código do IRS, tem um enquadramento legal, o qual não se verifica, no artigo 17.º por esta incidência ser vaga, redigida em fraco português, e se uma cláusula de um contrato é considerada nula se tiver erro gramático ou similar, também este artigo poderá ser considerado nulo, e assim invalidar toda e qualquer tributação. Sendo por isso verificado, haver, no ministério das finanças, receita extraordinária, ou seja, receita que não se sabe a sua origem...

3.º Nenhum titular de rendimentos está habilitado para saber toda a legislação em vigor, e as excepções, e os enquadramentos, e o que acontece na práctica, é que colocam todas as pessoas no mesmo saco, ou seja, se recebe tem de pagar IRS, taxas, etc., o que é errado.

4.º Se um indivíduo alega não desejar pagar IRS, tal desejo deve ser respeitado, similar a um objector de consciência.

5.º A legislação portuguesa defende exactamente o contrário, só se deve pagar, ou entregar quantia monetária, a entidade identificada, e que o pagador saiba ser de confiança; ora o IRS é um pagamento o qual ninguém sabe quem é o destinatário, nem a que se destina tal dinheiro, nem o que se recebe em troca, sendo a opinião da maioria da população, que se recebe nenhum benefício digno desse nome.

A lista seria enorme se eu tivesse paciência, e conhecimento total da legislação portuguesa, mas, como a minha pessoa singular não reconhece a existência de um território nacional, pelo facto, que se eu tiver um objecto, por exemplo, um automóvel, vou a um espaço comercial adquirir alguma mercadoria, quando saio volto ao lugar onde o estacionei, e o automóvel desapareceu, ou seja, foi furtado, e ninguém nesse território nacional me garante a segurança, da minha pessoa, ou pertences pessoais. E segurança nacional é a definição de território nacional, ora se o IRS se refere aos rendimentos auferidos em território nacional, só quem está em segurança pode ser obrigado a pagar IRS... Em segurança só me ocorre os militares e os polícias, porque andam armados...

 

P. S. É preciso perceber que os 570 euros são referentes ao "salário mínimo nacional x 14 : 12 meses", ou seja, o oposto, fica "570 x 12 : 14 = 488,57" , ou seja, o salário mínimo nacional deveria ser de 570 euros pagos mensalmente, e se pagar subsídios de férias ou natal, dependeria da entidade pagadora, mas as entidades pagam o valor anual a dividir por 14 o que é pago sem subsídios de férias ou natal, a entidade empregadora (ou pagadora) ao fazer o pagamento em 14 vezes, fica com uma retenção de 6 meses de um salário e 12 meses de outro salário, ou seja, sendo o estado o maior empregador, ficam com muito dinheiro a render juros, enquanto não pagam os subsídios ao trabalhador. E o IAS é exactamente 72% dos 570 euros, ou seja, "570 x 0,72 = 410,40", mas, como o IAS actual é de 419,22 euros (de acordo com o publicado em www2.seg-social.pt/left.asp?03.10), o salário mínimo nacional é 582,25 (calculado assim porque se o IAS é 72% do RMMG, ou seja "419,22 : 0,72), o que se fôr pago em 14 vezes fica "582,25 x 12 : 14 = 499,07", ou seja, o salário mínimo nacional não está a ser pago totalmente em 2012, pois ficam com 14 euros mensais a cada trabalhador. E os pensionistas que recebam anualmente até 72% do "mínimo de existência", ou seja, "419,22 x 12 = 5030,64", ficam dispensados da entrega da declaração do IRS (conforme publicado no artigo 58.º e 53.º em info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/informacao_fiscal/codigos_tributarios/irs/irs57.htm), que é a maior trafulhice, pois as finanças teriam que garantir a esses declarantes os complementos para que todos recebam anualmente o mínimo de 6987 euros (calculado "582,50 x 12").


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