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publicado por Lisboeta1970-, em 12.08.14 às 15:47link do post | favorito

Fizeram um estudo (treta, faz de conta) e concluíram que, existem mais alemães na Alemanha que portugueses, existem mais alemães no Brasil que portugueses, existem mais moçambicanos em Portugal que portugueses. Onde estão os portugueses?

 

Ora esses gajos do parlamento, e demais estrangeiros, naturais de Moçambique, são clandestinos em Portugal, de acordo com os regulamentos e legislação publicada, pois nasceram em Moçambique e são moçambicanos, mas, vivem em Portugal, por razões obscuras. Mesmo que os seus pais sejam portugueses, tal, não lhes altera a sua naturalidade, e vivem em Portugal como emigrantes, mas, ilegalmente, pois não têm estatuto de emigrante, nem contrato de trabalho anterior à sua entrada clandestina no país...

 

Os pais portugueses até podem ser apenas dois fodilhões (já com barbas no cú) que estejam estabelecidos em Moçambique sempre a fazer filhos e a enviá-los para Portugal ainda em tenra idade. Ou isso, ou jesuítas (ou outros nazis) a brincar aos deuses, a criarem corpos humanos (tipo Adão), e a enviá-los às centenas para cá! Outra hipótese é, serem jovens que chegam à conclusão que nada valem em Moçambique, e vão por esse mundo fora (desertores) a roubar e a matar e a assumir a identidade dos desgraçados que matam!

 

Outros poderão dizer que Portugal perdeu a guerra do Ultramar e agora somos constantemente invadidos, mas, tal não é verdade, caso Portugal tenha perdido de propósito por não querer mantêr as colónias e similares, devido aos custos e prejuízos causados pelos produtos recebidos de tais locais, infestados de insectos africanos terríveis, e doenças ainda piores. Mas, o facto é que, Portugal é Trás-os-Montes e o resto é paisagem!

 

Seja como fôr, temos agora uma situação financeira às claras, onde ficou demonstrado que os banqueiros (entidades financeiras) e até o Banco de Portugal, ficam com o dinheiro alheio, ou permitem que outros fiquem com o dinheiro alheio, o qual não se encontra à guarda de ninguém, e a sua única protecção está na sua constante circulação, trocando de mãos a cada minuto, numa tentativa de impedir que os ladrões fiquem com tudo. Mas, de nada lhes serve, pois Espanha continua a reinar, e apesar de as fronteiras em Gibraltar estarem invadidas por africanos, os carabineros continuam a causar pesadas baixas nessa população invasora (o mesmo fazem os italianos), o que levanta a questão, será que a pretalhada (Passos Coelho e outros que tais) não gosta dos Algarvios (essa gente amigável e simpática)?


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publicado por Lisboeta1970-, em 29.04.14 às 00:46link do post | favorito

Porra que o governo até no jogo é batoteiro, então um sorteio onde sai um número que nem é o número da factura, nem é o número do contribuinte, só pode ser aldrabice, mas, a questão principal é, porque se ganha um automóvel Audi, em vez de dinheiro, ou uma montra de electrodomésticos, ou uma mobília completa, etc., o que tem os carros de especial? Estou virado com esta...

 

O número é uma referência da AF dada a cada factura, ou seja, pode ser trocada fàcilmente por quem tenha acesso ao registo das referências, e é só alterar a referência para uma factura sua, ou de um primo, etc., porque neste sorteio os familiares dos funcionários da AF também podem ganhar!

 

Depois, segundo a notícia, vão ser gastos 10 milhões de euros nesta treta de sorteio, até porque muitos contribuintes não têm licença de condução, logo, para que querem um carro, para passar a pagar IA?

 

www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3667043

 

Além destes 10 milhões de euros, mais o que a AF gasta em, folhetos de informação ao público, publicidade, mais o sistema de internet para registar tudo e mais alguma coisa, é de admirar que ainda sobre dinheiro para pagar salários e pensões!

 

Onde estes malucos vão buscar 10 milhões de euros para andar a fazer concorrência à Santa Casa e às Tvs que sorteiam dinheiro e carros a toda a hora? Só faz sentido se os carros são usados, ou seja, Audis do estado alemão, ou até de Portugal, os quais são comprados com dinheiro dos contribuintes, depois sorteados e entregues aos contribuintes premiados, porque, assim ganham duas vezes, porque vendem os carros que iam para a sucata (devolutos), e livram-se dos gastos que iria custar essa operação de abate de tais carros!

 

E eu a pensar que era crime, e enriquecimento ílicito, ganhar riqueza ao jogo (sou mesmo azarado)! Raios só agora é que percebi que se pode ganhar coisas, e eu a pensar que só se podia ganhar a trabalhar, alguém se esqueceu, de escrever na constituição, que se tem direito a ganhar coisas sem trabalhar... Ai que vou andar a pé até morrer!


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publicado por Lisboeta1970-, em 17.04.13 às 21:15link do post | favorito

Agora foi a vez de haver manifestação daqueles que produzem produtos agrícolas. Então querem vêr que este país está cheio de agricultores? E essa é a vigarice destes serviços de finanças e dessa vigarista, a autoridade tributária...

 

Se essa gente que produz produtos agrícolas são agricultores, então aqueles que constroem casas são arquitectos! Claro que não, um arquitecto é um licenciado, e por vezes mestre em arquitectura, e quem constrói e vende casas são pedreiros e imobiliárias...

 

Logo quem produz produtos agrícolas, não é automàticamente agricultor, pois um agricultor é uma profissão tão complexa (ou até mais) como a profissão de arquitecto...

 

Um agricultor é conhecedor de, química, botânica, solos, etc., e o verdadeiro agricultor até produz a sua própria água. Logo essa multidão de gente que, escava a terra para plantar semente e colher seus frutos, não pode ser considerada, perante a lei, como agricultor, nem estar perante as finanças classificado como tal. Tal multidão de gente são melhor classificados como trabalhadores de campo, tipo, campónio, ou saloio.

 

Além disso como estão isentos de IRS até vinte e tal mil euros, não faz sentido, colectar um indivíduo, que não produza anualmente certa quantidade de produtos agrícolas, pois tal é impossível atingir tais valores de rendimentos, sem produzir várias toneladas de produtos agrícolas, a não ser que seja um vendedor excelente e venda couves e batatas à unidade a dez euros cada uma, ou seja, se assim fôsse teria que anualmente vender duas mil unidades de qualquer produto!


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publicado por Lisboeta1970-, em 17.02.13 às 15:09link do post | favorito

De acordo com as notícias recentes quem não pedir factura corre o risco a ser multado, mas, nada faz sentido porque se uma pessoa singular, o adquirente, não possui contabilidade organizada, para que quer uma factura (só precisa de um recibo da caixa a fazer prova que pagou ao caixa)?

 

Além disso, de acordo com a legislação em vigor, existe um prazo de cinco dias úteis para ser emitida a factura (www.igf.min-financas.pt/inflegal/codigos_tratados_pela_igf/civa_novo_modelo/CIVA_Artigo_036.htm), ou seja, não pode ser multada por não pedir factura, pois tem cinco dias úteis para regressar ao estabelecimento e pedir a factura, mas, o problema é que tais regulamentos não são para aplicar a pessoas sem documentação, ou seja, adquire-se algo e é emitida uma guia de remessa, onde consta a identificação das partes envolvidas, a data, o local de carga e o local de descarga, depois tem cinco dias úteis para ser emitida a factura, e geralmente trinta dias para a pagar a factura e ser emitido o recibo. Mas, uma empresa que vende cafés, e que tem tipo, cem clientes diários, se emitir factura com NIF de certeza que perde muita clientela, pois ninguém está para perder tempo à espera de um papel, aliás, a maioria bebe o café e deixa o dinheiro em cima do balcão e vai-se embora, agora aparece o fiscal, e diz que o vai multar, mas, o gajo que bebeu o café diz que está com pressa e que volta daqui a cinco dias úteis para pedir a factura, o que acontece nesta situação? O fiscal fica com cara de parvo, ou multa na mesma, e o gajo que bebeu o café, tem um prazo de dias para ir às finanças, fazer prova que já pediu a factura no prazo legal, e pedir a anulação da multa, e respectivo reembolso... Uma trabalheira e imensa perda de tempo!

 

Além de tudo isto, as directivas europeias são no sentido de reduzir a papelada por questões ambientais, ou seja, diminuir o abate de árvores para o fabrico de papel, mas, as finanças de Portugal estão sempre ao contrário da União Europeia, aliás, o ideal era o cartão do cidadão ser introduzido numa ranhura e só assim recebia o café, e à saída, tipo hipermercado, voltava a colocar o cartão do cidadão, e a caixa indicaria o montante total a pagar, e só assim aceitava o pagamento, sem necessidade de papéis, ou perda de tempo, com introdução de nomes e NIF, mas, isto é o oposto do que as finanças querem!


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publicado por Lisboeta1970-, em 11.09.12 às 18:40link do post | favorito

O verdadeiro cristão é aquele que tira (rouba ou furta) aos ricos para dar aos pobres...

 

Então não é que o ministro Gaspar, o das finanças, comunicou ao público, hoje, no ministério das finanças, os resultados das medidas de austeridade, e logo para azar dele a RTP-1 emitiu em directo o seu discurso...

 

O gajo é cá um mentiroso, desde dizer que 90% dos pensionistas recebe abaixo do salário mínimo, tá-se mesmo a vêr, todos os idosos, tipo, médicos, professores, jornalistas, agricultores, etc., a declararem durante a carreira contributiva salários mensais abaixo dos mil euros, só nos papéis do Gaspar, porque na práctica a maior parte tem pensões acima dos mil euros, o que significa que nos últimos dez anos da carreira contributiva declararam salários superiores a mil euros. Depois quem tem, aviões, helicópteros, carros de luxo, etc., têm uma linha no orçamento de estado para pagar taxas, as quais são para equilibrar a diferença entre os pobres e os ricos, o que só pode significar que quem tem dinheiro é forçado a pagar aos pobres, ora, se isto não é roubar ou furtar tais ricos, não sei o que seja!

 

O facto é que o estado português é financiado pelo espólio dos furtos e roubos praticados por gente como o Gaspar que tem como ideologia viver às custas do estado, sem propriedade privada, mas, que apresentam projectos de vida, e o estado tem de lhes proporcionar tudo e mais alguma coisa que eles entendam que precisam. Agora chegou a vez dos pensionistas ficarem sem os subsídios, de férias e natal, enquanto Portugal estiver sobre ajuda externa, e é esta condição, que demonstra a trafulhice das contas do Gaspar, porque Portugal nunca está sobre ajuda de ninguém, porque ninguém quer saber de Portugal para nada, nem mesmo os espanhóis, os quais são os nuestros hermanos!

 

Cambada de gatunos e assassinos, que só vão parar quando não houver mais nada para meterem ao bolso. Socialismo da treta, nunca trabalharam e só sabem é gastar o que outros produzem, tudo graças às taxas sobre o luxo, que não é luxo nenhum, e que foi comprado com dinheiros próprios, cuja venda se realiza com impostos inflacionados, e margens de lucro superiores a 40%, e mesmo assim, quem compra tais "luxos", ainda têm de anualmente pagar para o estado dos políticos...

 

O orçamento de estado do Gaspar, analisado por um contabilista credenciado, ficaria exposto a quantidade de números inventados, sem fundamento legal, e a quantidade de fundos para projectos comunitários que foram financiados por fundos europeus, mas, que são novamente apresentados para pagamento, ou seja, paga-se várias vezes a mesma coisa...


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