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publicado por Lisboeta1970-, em 22.06.14 às 14:58link do post | favorito

Marques Mendes defende que os juízes do Constitucional são os responsáveis por muitos dos aumentos de impostos, o que é algo muito estúpido de ser dito, um colectivo de juízes a aumentar preços e taxas não faz sentido...

 

sicnoticias.sapo.pt/pais/2014-06-22-marques-mendes-acha-incompreensivel-guerra-entre-governo-e-t.c.;jsessionid=0A2ED048C14B2272C6AA14067DFB2406

 

Aliás, para o Marques Mendes, os tribunais também são os responsáveis por muitos réus continuarem em liberdade, liberdade não, mas, à solta! Ora isso tem um nome, justiça. Se o Marques Mendes e o PSD e o Coelho querem mesmo mandar, têm que fechar o ministério da justiça, e acabar com os tribunais e instituições similares, e implementar o absolutismo partidário, onde o que o governo dita é lei. Aliás o Coelho e o governo podem ser aptos a exercer cargos políticos, mas, como andaram na escola pública, falta-lhes saber ler português, pois a legislação e o governo são incompatíveis, e os maus dos juízes estão sempre a ler as leis ao governo.

 

Um monte de tretas é o que é, pois todos desde o mais pobre ao mais rico se queixa, pois todos pagam IVA, todos pagam inflacção, todos pagam para o Coelho andar a governar, e o governo do Coelho é um bando de atrasados mentais que pensam que conseguem dirigir um país com estratégias comerciais e políticas! Aquilo na teoria é tudo correcto, mas, sai sempre asneira. É como jogar na bolsa, não falha, compra-se baixo e vende-se em alta, mas, feitas as contas no fim do ano, o dinheiro foi-se e as acções valem lixo...

 

Doidos, e daqueles mesmo marados, são os membros dos partidos.


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publicado por Lisboeta1970-, em 20.12.13 às 20:48link do post | favorito

A convergências das pensões é algo digno de uma mentalidade criminosa, onde convida (à força) os sistemas em vigor, a aderir à sua política fascista, onde todos têm que ser ladrões, sem direito ao seu bom nome.

 

O governo, ilegal, faccioso, usa os chumbos do tribunal constitucional, para servir de muleta e prova que é governo legítimo, pois o TC só pode se pronunciar sobre entidades legítimas e cumpridoras dos seus deveres.

 

Por outro lado, um governo, cuja sede de estabelecimento do gabinete do seu primeiro-minitro está registado em Bruxelas, o que torna complicado qualquer queixa-crime na justiça...

 

expresso.sapo.pt/dois-secretarios-de-estado-saem-do-governo=f847149

 

Mas, no fundo, todos estes intervenientes, desde, juízes, ministros, deputados, cidadãos, etc., são indivíduos que se fazem passar, ou comunicam nos meios de comunicação social, como sendo algo, que não são. Eu tenho cartão do Continente, e isso não faz de mim um cliente do Continente, nem serve de prova que sou cliente, clientes do Continente são aqueles que estão registados nos livros de contabilidade no POC. Eu tenho cartão de cliente, o qual todas as compras a venda a dinheiro efectuados com tal cartão serão lançadas em um cliente, que provàvelmente terá milhares de cartões em uso... Eu também tenho cartão de cidadão, mas, novamente não sou cidadão, se quiser efectivar actos de cidadania, serão registadas num cidadão que fez emissão desse cartão...

 

Ou seja, o que esses intervenientes são é gajos que querem decidir o que fazer com os dinheiros alheios, pois são dinheiros que eles não realizaram tal capital, mas, querem gerir para implementar aquilo que eles acham que deve ser feito com tais dinheiros.

 

De um lado temos os que trabalham e realizaram o capital, e do outro lado, temos, os juízes, etc., os quais nunca trabalharam em entidade que produza riqueza e consiga vencer no mercado nacional. Ou seja, existem colectivos, que produzem e têm encomendas com entrega realizada, conseguindo realizar capital para pagar os seus salários e obrigações, e ainda ter lucro, ou seja, com pouco capital conseguem produzir produtos que nos mercados têm valor elevado, bastante superior ao que foi gasto.

 

Do lado dos que trabalham querem a diminuição total dos impostos, ou seja, realizarem o capital através do resultado do seu trabalhos. Do lado dos outros querem o aumento dos impostos total, ou seja, 100%, para que tenham direito, a casa, alimento, e emprego, pagando apenas o imposto (o qual à muito que deixou de ser único).

 

Depois temos os ladrões, que são chamados de mafiosos, tipo coelhone, que querem fingir que são de um dos lados, mas, que querem é dinheiro no bolso, o corrupto... É preciso é saber sacá-lo.


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publicado por Lisboeta1970-, em 08.04.13 às 23:26link do post | favorito

Nunca vi tanta ignorância na TV, como hoje, tudo causado pela decisão do TC sobre a lei do orçamento de estado para 2013...

 

Tudo, geralmente contra, por causa do acordão do TC justificar com a falta de igualdade que tal lei permitia, e por conseguinte violando a constituição da república!

 

Mas, é muito triste, e ao mesmo tempo esclarecedor, vêr licenciados, seja em, economia, seja em, jornalismo, seja em, política, defender que discordam com o TC, porque a igualdade teria de ser aplicada quando o governo aumentou a função pública, e o privado não, em 2009... Tanta ignorância...

 

Igualdade, sempre no sentido, que o trabalhador não pode mexer no dinheiro do estado, e igualmente, o estado não pode mexer no dinheiro do trabalhador; mas, no entanto, recorrem, actualmente, e nos últimos trinta anos, ao esquema principal de utilizar outros trabalhadores para mexerem no dinheiro dos outros trabalhadores, e ser entregue nas mãos dos que não têm legalidade a têr tal dinheiro...

 

Além disso, o dinheiro dos pensionistas, não é despesa do estado, é obrigação do estado defender e proteger que tal dinheiro seja entregue aos reformados, pois esse foi o contrato ao qual os trabalhadores foram obrigados a cumprir, efectuando descontos para vários sistemas.

 

E é isso que um sistema é, um conjunto de regras, e só quem estiver enquadrado em tais regras é que tem legalidade a receber o dinheiro, por isso, tantos, que vivem em dificuldade, com crianças a cargo, nada recebem, por nunca terem feito algo que lhes garanta o acesso ao sistema!

 

É falha nacional que tais bancos, ou onde seja que o dinheiro dos reformados se encontra, não seja auditado, para verificar se tais entidades têm legalidade para gastarem esse dinheiro. Por outro lado, nada melhor que um ladrão para guardar algo, pois raramente se houve notícia que tal ladrão foi assaltado (lol).


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publicado por Lisboeta1970-, em 05.04.13 às 21:46link do post | favorito

O Tribunal Constitucional é conivente com a mentira. Qual mentira? Que os trabalhadores têm de pagar a função pública com os seus impostos... Os trabalhadores pagam contribuições especiais se efectuarem, obras públicas, criação ou ampliação de serviços públicos, ou especial desgaste de bens públicos ocasionados pelo exercício de uma actividade (Decreto-Lei n.º 398/98 de 17 de Dezembro, Artigo 4.º). Ora sabendo eu, que um trabalhador de um empresa Limitada, está oito horas por dia a trabalhar sob a direcção da empresa, pergunto, como é possível tal trabalhador efectuar, obra pública, etc., pois tal é do ponto de vista de agenda impossível, por falta de tempo... Ainda pior será os pensionistas terem contribuição especial, quando a maioria, são doentes e velhos que já nem força têm para cuidar deles próprios...

 

Este cenário da função pública, é uma empresa pública, e como empresa pública tem receitas e despesas dentro das suas possibilidades, ou seja, se a função pública gasta mais que pode suportar, não deve ser o contribuinte a perder direitos, mas, sim a empresa pública considerada empresa que pratica gestão danosa, até porque é impossível existir tais despesas enormes e obras públicas pagas pelo dinheiro dos contribuintes, pois tal viola o Artigo 6.º; aliás para haver igualdade social, todos os, presidentes, deputados, autarcas, polícias, militares, independente do seu cargo ou patente, deviam auferir um rendimento mensal igual ao salário mínimo nacional, para demonstrar que tal quantia monetária é suficiente para uma pessoa singular ter uma existência digna, como regula tal Artigo 6.º!

 

A diferença entre o sector público e o sector privado, é a responsabilidade civil que numa é ilimitada, ou seja sem limites, e na outra é limitada ao capital social dessa empresa... Porque não pagam os contribuintes as despesas das empresas do sector privado?

 

Aliás o que se passa em Portugal é precisamente isso, existe uma multidão de gente, que não tem rendimentos ou bens, e para terem uma existência digna, usam de má fé, criando institutos públicos e outras entidades públicas com o propósito de auferirem rendimento mensal às custas dos contribuintes.


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publicado por Lisboeta1970-, em 09.02.13 às 23:25link do post | favorito

Nada bate certo nas contas do ministro Gaspar, nem existe rendimentos, nem estão a ser taxados os beneficiários dos rendimentos, porque, os trabalhadores, e reformados, não são os beneficiários, pois trabalharam toda a vida para assegurar os seus direitos, mas, agora inventam troikas e furtam os direitos dos trabalhadores...

 

Os beneficiários, dos rendimentos gerados, são aqueles que encomendam e recebem, o resultado dos trabalhos realizados pelos trabalhadores, e por isso apesar do cálculo do IRS poder ser efectuado sobre as contrapartidas recebidas pelo trabalhador, não é o trabalhador ou reformado que tem que pagar esse IRS!

 

Agora vem um grupo de juízes, e diz que é constitucional cortar os direitos, dos trabalhadores, e reformados, para pagar as despesas previstas no orçamento de estado, mas, só mesmo neste território nacional é que isto é possível, pois nem enquadramento legal existe, entre os direitos, dos trabalhadores, e reformados, e as despesas, do estado, ou da classe política. Mas, só lendo o Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 353/2012 (dre.pt/pdf1sdip/2012/07/14000/0384603863.pdf), é que se chega à conclusão que com juízes destes, só pode existir cadeias cheias de injustiças...

 

Os que nada têm, recorrem ao estado, a classe política quer fazer obras, recorre ao estado, depois o estado recorre aonde haver dinheiro, e quem fica sem o dinheiro, recorre a quem?


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