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publicado por Lisboeta1970-, em 23.01.14 às 20:11link do post | favorito

As esquadras portuguesas são o espelho da polícia de segurança pública, e seus procedimentos e condutas são o exemplo a seguir por todos. Não, me parece. Aliás estas leis devem ser gozação e supremacia, pois o costume em Portugal é o polícia ser o maluco do bairro, que passa a sua vil existência a destruir propriedade alheia, por achar na sua mentalidade policial que tais indivíduos não têm aparência exterior digna de serem os legítimos donos de algo, e como tal toca a vasculhar e a partir (é mais do tipo ASAE, não tem facturação, lixo).

 

Depois, a minha preferida é a Lei 5/2006, onde qualquer comum habitante nasceu para, levar na tromba, ser assaltado, violado, moralmente maltratado, enfim um mimo do regime fascista PALOP em que vivemos (quer tenhamos nascido nele, ou não).

 

Do outro lado, temos a manha dos portugueses, tipo a menina virgem que é violada diàriamente, e que o papá consegue licença para porte de gás pimenta para a menina, e a mesma menina sempre que discute, por exemplo, na escola, saca do spray, onde os colegas apenas estão a falar, mas, acha que é crime estarem a gozar com os brincos que ela tem, e pimba vai de aplicar a condenação aos colegas, com uma bela dose de gás... De acordo com esta mesma lei, tal gás é proibido usar em guerra, ora algo que é proibido usar na guerra, como pode ser uma comum arma de defesa pessoal, e pior, usada pela P. S. P. como agente controlador de multidões...

 

Depois temos os tais agentes, os polícias, os quais deviam ser obrigados a soprar no balão, sempre que algum habitante se cruzar com um deles que tenha arma visível no seu corpo, aliás o Artigo 45.º, que estabelece a norma da ingestão de bebidas alcoólicas ou de outras substâncias, não é respeitada por tais agentes, pois eu próprio já assisti a agente fardado estar a almoçar e de jarro de vinho, e mais café e tabaco no fim da refeição, o que é tipo bomba cerebral. E quem queira assistir a tal, basta visitar os restaurantes das redondezas das esquadras, seja, brigada de trânsito, seja outra (G. N. R. nem precisa visitar, é certo)!

 

Enfim, só este cenário comum nas cidades portuguesas, é razão suficiente para declarar a inexistência de república, e classificar Portugal, como um local controlado por malfeitores, um local a evitar por turistas e visitantes, um local inseguro e de má qualidade, tanto em serviços, como em bens, com especial incidência nas águas.

 

A única boa qualidade existente em Portugal é nos abundantes esgotos, e seu despejo nos rios e oceano. Aliás o slogan turístico para Portugal devia ser: Venha a Portugal, cagar, e mijar, e pire-se no próximo vôo!


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publicado por Lisboeta1970-, em 24.10.13 às 00:53link do post | favorito

Então o orçamento do estado do Portugal democrático aka Socialista, cortou a despesa da polícia judiciária das munições, vulgarmente chamadas de balas.

 

www.noticiasaominuto.com/pais/120142/policia-judiciaria-sem-balas-em-2014

 

Porra, que o orçamento de estado serve para comprar tudo... Desde, televisores, computadores, livros, mobiliário, papelaria, etc.; o que significa que o estado, prefere adquirir toda a espécie de bens a cuidar da população, nomeadamente, reformados e pensionistas, os quais na sua maioria são, idosos, ou inválidos...

 

Aliás é preocupante verificar que, os lares, e instituições, que prestam serviços, a idosos, acamados, deficientes, chegam a furtar os seus haveres pessoais e pior, colocam-nos a efectuar trabalhos manuais, os quais são vendidos, aos familiares, e em eventos... Tudo para ficarem com mais 50 euros no bolso... Pode parecer exagero, mas, não é... Obrigam tais inválidos para o trabalho, a ocupar os seus tempos livres com, pinturas, costura, etc., na esperança de encontrar algum picasso! Safa.

 

Ora se o estado corta nas munições, só pode significar que adquiriram armas de raio, e raio prejudicial ao corpo humano, só espero que seja mortal, que assim livramo-nos dos ladrões e polícias (os ladrões e polícias são todos gente da mesma mentalidade, ficam com os bens alheios, uns porque não querem trabalhar, e os outros porque querem impôr regras que sejam lucrativas).

 

É claro, que muita população irá morrer sem explicação, fulminados em plena via pública, porque, ou se esqueceu de fazer pisca, ou não parou na passadeira, ou desobedeu à ordem de algum agente policial... As funerárias agradecem.

 

Num único momento da história mundial, em pleno século XXI, chegou a Portugal o terror da capacidade de atrasados mentais (agente policial), ter em seu poder, arma silenciosa, sem qualquer prova visível de disparo, o que é um terror! Depois, os ladrões quando tiverem o mesmo tipo de armas irão matar os polícias, e tornar-se nos novos patrões do comércio local... Aqui nada de novo, sempre assim foi, desde que alguém nasce e assim que consegue gatinhar, é agarrar e estragar!

 

A política é que é coisa estranha, com a sua propaganda de fraternidade e igualdade, mas, em pleno cenário de terror, é como se vivessem noutro planeta, os verdadeiros lunáticos, idealistas até ao fim; nada acima do ideal, nem mesmo a vida humana. Deve ser por isso que muita gente defende a teoria que a assembleia da república é um hospício disfarçado de parlamento, onde, tal como acontece nos, lares e instituições, a velhinha fica sem o ouro, e o deficiente sem os tratamentos, para que meia dúzia de ladrões, que se fazem passar por pessoal da limpeza a técnicos qualificados, não passam de amigos do alheio, também lá, é tudo feito, para lhes ficar com as pastas e negócios de doidos...


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publicado por Lisboeta1970-, em 19.08.13 às 22:57link do post | favorito

O estado português é um estado que existe na clandestinidade, e que usa a força das armas de fogo, para ficar com os direitos da população, e até é possível que seja um estado dentro de outro país (talvez a Roménia, e a Bulgária/Grécia é aquilo a que chamamos Espanha, ou estamos mesmo na península Ibérica e a Espanha é o nosso país, pois històricamente Portugal não teve a autorização do Papa, e só o conseguiu mais tarde recorrendo ao uso das armas)...

 

O político que pede asilo político é que tem que pagar as suas contas, e não viver às custas da população desse território. O problema é que o tal estado, nomeadamente os agentes policiais, e outros como tais, os chamados agentes da autoridade, usam todas as situações, e mais algumas, para obrigar a população a pagar os direitos dos tais que estão no território como convidados, e depois ainda cobram à população pelo serviço de obrigar a população a pagar, e vivem com o dinheiro cobrado, mas, é tudo tretas inventadas por esses falsos homens, amigos do alheio, os quais dizem estar ao serviço, do estado, da pátria, ou outra treta similar. O político pode pedir asilo, mas, tem de suportar as suas despesas com o seu próprio dinheiro, ou bens...

 

O facto é que cada um é que tem de pagar as suas contas, com o dinheiro da sua conta. E os polícias sabem disso. O que fazem é sacar das contas dos outros, colocar nas suas contas, e pagar as suas contas com esse saldo, mas, os outros não lhes encomendaram o serviço, os polícias fazem o serviço e cobram, quer a população queira, ou não queira. Mas, não só os polícias, os políticos também. Os políticos fazem listas de pessoas, depois fazem campanha para serem eleitos, e depois todos os outros da população (os não eleitos, e os que não estão nas listas), quer votem, quer não votem, têm de pagar prestações fixas mensais, mais as despesas com obras e assim, tudo porque os políticos estão ao serviço do povo, do país, da pátria, e outras tretas similares.

 

Depois são muito ignorantes, pois gastam milhões em listas e campanhas, para ganharem dois ou três mil euros por mês de prestação fixa, o que explica a corrupção, a qual é pretexto para recuperarem o dinheiro gasto em tais campanhas... Como não conseguem recuperar, ficam mandatos atrás de mandatos a chular tudo e todos... E para conseguirem ser eleitos até os mortos são mantidos nos livros eleitorais (sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=82746)!!!

 

Mas, o que mais existe neste território são amigos do alheio, os quais se fossem analisados, verificaria-se que eles próprios não se consideram criminosos, pois, é tudo ao abrigo do tal serviço forçado, e no caso destes, verifica-se, porque se cruzam com a vítima, e se algo se altera no pensamento deles, ou se o seu olhar visa a vítima sem que tenham dado a ordem ao próprio corpo, ou outra situação similar, é então que se dá a situação em que a vítima é obrigada a entregar a carteira, ou o telemóvel, ou as jóias, etc., não que seja um assalto, mas, uma cobrança imediata devida por influenciar o pobre coitado do "ladrão".


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publicado por Lisboeta1970-, em 08.10.12 às 21:32link do post | favorito

Isto de haver, dois pesos, e duas medidas, na mesma república portuguesa, deixa os desfavorecidos com um trauma digno de uma queixa, em tribunal competente e de comprovada eficácia, face ao poder instituído (o chamado estaminá, estaminá é tipo estaminé, mas significa onde está mina, e mina rica)...

 

Um fumador vai passar a pagar quase dois maços de cigarros, mas só recebe um, ou seja, tipo pague dois e leve um. Mas, aqui algo está errado, porque o acto de comprar, não serve de prova, de que quem adquire um maço de cigarros, seja o fumador, e o fumador é que deve ser penalizado por estar a destruir o seu próprio corpo, e assim aumentar a despesa do serviço nacional de saúde... Seguindo este princípio, de que quem adquire um produto que prejudica a saúde, deve pagar uma taxa superior a 80% do seu preço de venda, o mesmo devia ser aplicado a quem adquire uma arma de fogo, ou seja, teria de pagar mais de 80% de taxa, porque as armas são muito prejudiciais para a saúde, causando ferimentos graves que obrigam a intervenções de urgência, as quais são muito dispendiosas, tanto em recursos, como em pessoal especializado, e assim aumenta a despesa do serviço nacional de saúde, com a excepção de que se a arma de fogo causar a morte imediata do alvo, a taxa seria reembolsada, pois o atirador demonstrava ter boa pontaria (risos)...

 

Mas há dois pesos, porque, a P. S. P., a G. N. R., e outros com registo no M. A. I., adquirentes de armas de fogo não pagam taxa nenhuma, ainda cobram balúrdios ao estado, por colocarem monos, armados até aos dentes, a circular no meio da população, a qual na sua maioria anda desarmada. Aliás o que não falta na república portuguesa, são, agentes portadores de armas de fogo, e também, vereadores, deputados, juízes, etc., os quais fumam tabaco, os quais bebem bebidas alcoólicas ao almoço, ou seja, no intervalo entre o período da manhã, e o período da tarde, do seu serviço. Ou seja, se quem lhes paga é o estado, e se quem suporta o estado são os trabalhadores, e se os trabalhadores pagam mais de 80% de taxa no tabaco, e depois os empregados do estado fumam de borla, pois pagam com o dinheiro do estado os seus cigarros, e ainda aumentam a despesa do serviço nacional de saúde, sem que nunca produzam qualquer riqueza para pagar o aumento da despesa do serviço nacional de saúde, e o serviço de saúde do estado é mais caro, que o serviço de saúde dos trabalhadores.

 

Para cúmulo, do actual cenário nacional, a TVI, hoje, emitiu um programa que mostrou algumas fundações com estabelecimento e que receberam dinheiro, dos municípios, do estado, do governo, da União Europeia, e no entanto estão sem registo legal... O que prova que cá dentro é o vale tudo!

 

Acho que já é tempo dos trabalhadores formarem junta nacional, e cobrarem taxas, ao estado e entidades similares, a torto e a direito, por isto, e por aquilo, desde a unha encravada, passando pelo buraco na estrada, até à falta de condições dignas e saudáveis de habitat; tem de ser, para equilibrar e fechar o circulo, pois o dinheiro a sair todo e sem entrar, não funciona... Ah, e se o estado não pagar, corta-se-lhe os benefícios!


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