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publicado por Lisboeta1970-, em 11.01.14 às 20:26link do post | favorito

Fazia-se uma experiência social, comprava-se uma ilha no meio de um oceano qualquer, e informava-se vários indivíduos, o Cavaco, O Coelho, o Portas, o Jerónimo, o Seguro, que tal ilha, não tem país, nem governo, e que eles iriam ser exilados nessa ilha, a qual tem comércio local, o qual é garantido ùnicamente pelos próprios comerciantes, que negoceiam no país mais perto, mercadorias por troca directa...

 

No dia seguinte, a tais indivíduos chegarem à ilha do exílio, os comerciantes locais seriam informados pelo Coelho, verbalmente, que passariam a pagar taxa, pois tal taxa é necessária para o bem-estar da ilha...

 

No mês seguinte, começariam a chegar secretários vindos do país Portugal, com o propósito de montar gabinete na ilha, um para cada um dos exilados...

 

Passado um ano, na ilha, o Coelho declararia a falência da ilha, com uma dívida pública incomportável!

 

Este relato é uma lição, pois se eles, os cinco magníficos, conseguem sacar dinheiro aos outros, sem nunca ambas as partes, se terem conhecido, ou sequer terem tido qualquer relacionamento comercial, acho que qualquer um pode aprender com o exemplo deles e começar a sua micro troika... (se isto não é o proxenetismo, onde o gajo chega ao pé da prostituta e diz-lhe, paga o que me deves, e ela diz, nunca o tinha visto antes, porque lhe devo dinheiro, e é quando ela leva a primeira chapada, seguida do primeiro pontapé; ora, ou aqui é um país de prostitutas ou então Portugal está doido).


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