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publicado por Lisboeta1970-, em 01.01.14 às 21:04link do post | favorito

Venho por este meio decretar o fim da república portuguesa.

 

Portugal nunca existiu, sendo uma casa de família antiga, a qual aparentemente perdeu os seus poderes e as suas riquezas, sendo uma memória apenas para alguns...

 

A entidade responsável pela publicação do diário da república é dirigida por fracos, sendo resultado de gente doente, sem inteligência, ou outras capacidades similares. A demostração é que os arquitectos quando fazem uma alteração a um edificado, apresentam documentos, plantas, cortes, com as alterações a efectuar, a vermelho e amarelo, ou seja, o que vai deixar de existir, e o que vai ser novo edificado... No diário da república alteram o artigo 32.º o qual deixa de ter o número 4 que dava prioridade aos veículos motorizados sobre os velocípedes, mas, torna-se pouco claro quando na publicação apenas vem a redacção do novo texto, sem a redacção do texto antigo que deixa de existir...

 

www.ansr.pt/Default.aspx?tabid=135&itemId=643&language=pt-PT

 

Aliás, de acordo com esta legislação publicada, um gajo que ande a conduzir, tem de ter tipo um milhão de euros posto de parte, só para as coimas... Também, o número de vezes que se repete o vocábulo coima é proporcional ao número de vezes que se repete o vocábulo segurança, em termos do significado de tal lei... Antigamente era, se conduzir não beba, mas, devido à crise, já não há dinheiro para a bebida, e por isso a nova campanha publicitária, mudou para, se conduzir não arrisque... Por isso é que os bêbados estão todos a emigrar, e o Passos Coelho mudou o gabinete do primeiro-ministro para Bruxelas, pois aquela malta sem álcool não funciona!

 

CARTA ABERTA

 

Águeda, 1 de Janeiro de 2014.

 

ANSR,

 

Venho por este meio pedir a v/ E.xas que me informem, ou indiquem o URL dessa comunicação social, sobre a isenção (ou não) da homologação dos velocípedes para estarem habilitados a circular nas estradas de Portugal?

 

A questão é sempre a mesma, existem veículos não homologados, que em nada violaria o princípio geral da segurança rodoviária, mas, como o que importa na vossa organização administrativa é o enriquecimento dos cofres públicos, a má fé continua. O mesmo se aplica aos equipamentos de protecção, existindo no mercado universal, equipamentos aptos para protecção, mas, como não estão homologados em Portugal fica mais complicado a sua utilização...

 

Para quando o fim dos fiscais (polícia) nas bermas das estradas, que sempre é uma violação do princípio geral da segurança rodoviária, pois deve existir áreas delimitadas para estes actos de fiscalização, e não serem feitas onde calha. Não seria necessário infraestruturas imóveis, basta uma forte sinalização e espaço que permita desviar o trânsito da via, e acabar de uma vez por todas com o polícia no meio da via com uma placa na mão (os meios luminosos são sempre os mais seguros, por não existir polícia sinaleiro, sendo esta a razão porque já não existem, quase, polícias sinaleiros)...

 

Também o certificado de seguro, continua a ser um negócio, e não um certificado.

 

Também o furto de veículos continua a ser o quotidiano e ganha-pão de multidões, e com a tecnologia existente tudo continua a ser uma sociedade de conluio com ladrões e relações comerciais com estes.

 

O facto, é que a segurança rodoviária continua a ser uma miragem, porque as estradas são mal edificadas (sempre), as portagens continuam sem escapatórias para quem viaje na faixa do meio, e esteja bloqueado por camiões à esquerda, e à direita, não visualizando a sinalização e sendo apanhado de surpresa por via barrada; neste caso se houvesse segurança rodoviária a portagem seria para quem encostasse a uma zona de serviço similar aos postos de abastecimento, ficando apenas a via verde na estrada de circulação.

 

Enfim um país que falha em tudo e uma organização administrativa que demonstra incompetência, com o passar das décadas, seja na regulamentação, seja nas contas, mas que não tem capacidade para mudar para melhor.

 

Cumprimentos,

(assinatura ilegível).


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