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publicado por Lisboeta1970-, em 04.09.13 às 13:46link do post | favorito

Estudando os organigramas do, estado, ou governo, verifica-se a vigarice que o processo eleitoral do portugal democrático representa. Logo, tal processo eleitoral, é, ilegal, sem legitimidade, e nulo.

 

Ora, vejamos, o eleitor vai num domingo, de descanso semanal de todas as autoridades e entidades similares, colocando, numa folha de papel, uma cruz na escolha de quem pretende eleger, da lista impressa nesse papel. Como pode o eleitor eleger alguém para exercer um cargo numa entidade, se nada sabe dele, nem as suas habilitações literárias, nem o seu número de bilhete de identidade, nada, não sabe nada, não tem qualquer documento do pretendente, nunca o entrevistou, nunca falou ou viu o candidato, e no entanto vai contratar o vencedor com mais votos para exercer um cargo, remunerado (pago com UC, que não é a moeda corrente portuguesa, nem existe tal moeda em parte alguma), o qual passará os próximos anos a incomodar tudo e todos com a sua política de miséria para gerar deficientes condições de vida, tudo para que os que elegem, não tenham mais meios para derrotar tal sistema.

 

Se este processo, de escolha de candidatos, fosse efectuado por um departamento de recursos humanos, nenhum dos candidatos, desde o Minho ao Algarve, teriam sido eleitos ao longo dos quase 40 anos após o 25 de Abril de 1974...


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