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publicado por Lisboeta1970-, em 06.06.13 às 15:02link do post | favorito

Enquanto cada um habitante presente no território português, ficar à espera que outrem termine o abuso e furto dos seus direitos, Portugal não conseguirá sair da crise e esbanjamento...

 

O problema não é o desemprego, o problema é a quantidade de indivíduos que quer tudo e mais alguma coisa, mas, não tem o dinheiro necessário para o adquirir. E este é o início da crise.

 

Há um pouco de tudo, por aqui. Desde o trabalhador que afirma a pés juntos que lhe devem dinheiro, apesar de ter recebido todos os salários, apenas porque acha que é mal pago, e por conseguinte apropria-se das mercadorias destinadas à venda, e entrega-as a amigos, e até negoceia com desconhecidos à margem da empresa, depois é só aldrabar os inventários, e enganar os patrões colocando velhos aparelhos nas caixas de novos, etc.; desde as famílias que compram tudo e mais alguma coisa a prestações, bastando para isso estar num escalão de IRS que permita ao fornecedor penhorar tal rendimento, depois com o passar dos anos os bens adquiridos ainda nem estão pagos e surgem novos nos mercados, os quais são mais eficientes, e não há maneira de demover tais famílias enquanto não conseguirem levar os novos e entregar os velhos, os quais nem pagos foram, e assim alguém acabará por levar com tais velharias, após uma reciclagem, o que é prejudicial para o comércio, pois fica com estoques além do previsto... Estas são as situações mais comuns!

 

Também há aqueles que se recusam a trabalhar, e mesmo que estejam empregados, tudo fazem para garantir que nada produzem. Aqui penso ser o grosso da população activa, ou seja, empresas que funcionam como intermediários, com o único propósito de inflacionar os preços de venda ao público, com o objectivo de viverem às custas de quem adquire a retalho tais produtos. Novamente, tal é prejudicial para o comércio, nomeadamente os distribuidores, os quais não conseguem escoar os produtos como previsto... Tais produtos, existem cinco, os quais são os mais visados, a habitação, nas variantes de compra ou arrendamento, e a compra é sempre chave na mão, o que significa que o adquirente apenas pode dispor do edificado como entender, mas, legalmente não é sua propriedade perfeita, apenas o legítimo beneficiário (o proprietário é o conjunto das propriedades do edificado, ou seja, o legítimo proprietário é, por exemplo, a casa, a qual é efectivamente o detentor das propriedades, tipo, portas, janelas, chão, paredes, etc.); os outros quatro são, a água canalizada, a electricidade, o gás canalizado, as telecomunicações.

 

É brutal a quantidade de intermediários e terceiros que conseguem aumentar os preços de tais direitos, sem que sejam necessários para o seu fornecimento; apenas porque a legislação assim, obriga, ou permite!


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