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publicado por Lisboeta1970-, em 04.05.13 às 16:49link do post | favorito

O governo e as suas patranhas... E eu ainda acho que o ideal é dar, nas próximas eleições, a maioria absoluta ao PSD. Não que eu seja militante ou apoiante desse partido, aliás os partidos políticos portugueses são todos um embaraço ao povo e população nacional, e a vergonha da Europa, mas, a maioria para o PSD é o ideal pois obriga esse partido a cumprir com as medidas necessárias para evitar o colapso dos bancos.

 

Mas, isto do António Seguro dizer que acaba com as dívidas das empresas, está a referir-se às empresas dos socialistas que devem milhões à segurança social, e ao alterar a legislação para que as dívidas sejam anuladas, acaba com o sistema de pensões de vez. A única ilegalidade nestas legalidades é que o trabalhador ficou sem o dinheiro em pagamentos descontados da sua retribuição para garantir que tinha direitos na doença ou velhice, e afinal ficou sem o dinheiro dos descontos e taxas e contribuições, e agora que está doente ou velho, vai ficar sem os seus direitos adquiridos ao longo da sua carreira de trabalhador... O facto é que o slogan do PS devia ser, "Porquê adiar o inevitável?", ou seja, acabem de vez com os direitos dos trabalhadores, e os trabalhadores e reformados que morram à fome e de doença, pois tais trabalhadores e reformados não servem para nada, pois o importante é a contabilidade do estado português socialista.

 

Mas, por outro lado, o que se passa com o sistema das pensões, é o mesmo que se passa com os seguros, nomeadamente, os seguros de, automóvel, actividades de risco, pessoais, roubo, PPR, etc., ou seja, é tudo obrigatório em certas situações, os que pagam tais mensalidades acabam muitas vezes por ficar sem o dinheiro e sem qualquer apoio quando sofrem a eventualidade que o seguro dizia na brochura que protegia. E porquê? Porque o dinheiro das mensalidades de cada segurado está em parte nenhuma, desaparece, e acaba em fundos de terceiros, e a causa principal é que nem sequer existe a empresa dos seguros, é tudo clandestinos, que convencem agentes legalizados, os quais têm tudo legal, e depois entregam o dinheiro à central que é clandestina (sem legalidade para existir, comercialmente, ou institucionalmente), mas lá que estão estabelecidos estão. O mesmo se passa com a segurança social e fisco estão estabelecidos, mas na clandestinidade, sem qualquer enquadramento com a legislação, até porque tanto a segurança social e fisco para cumprir com as suas obrigações legais tinha que ter, batalhões, e batalhões de fiscais (instruídos e habilitados), os quais não existem porque é incomportável, em termos salariais...

 

Seja como for, quem é obrigado a pagar e contribuir, e a efectuar depósitos legais, seja o que for, se é obrigado a entregar dinheiro, e não recebe bens ou serviços que encomendou, está a ser burlado, e vai ficar sem o dinheiro...


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