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publicado por Lisboeta1970-, em 03.01.13 às 20:56link do post | favorito

Um país de clandestinos, não, mas, quando começam a classificar, pessoas, bens, serviços, etc., clandestinos, marginais, como algo legal, ou seja, enquadramento legal, só pode significar que a república portuguesa foi invadida...

 

A quantidade de imóveis clandestinos é superior a 90% do parque habitacional nacional, sim, porque, ter projecto aprovado na câmara local, e pagar I. M. I., não é sinónimo que está legal. Licenças são fáceis de arranjar, tudo depende de quando se tem para comprar tais licenças ou aval similar. Arquitectos e engenheiros civis que assinam projectos sem nunca terem lá posto os pés é às centenas, senão milhares. Isto das coimas não assusta ninguém, porque são os próprios que tratam de tudo, os serviços camarários não verificam nada, pois o licenciador declara por sua honra que está tudo conforme os regulamentos, o que é falso. Se fossem abrir as memórias descritivas dos projectos aprovados pelas câmaras verificaria-se que a maior parte é fotocópias de outros projectos, ou seja, é quase sempre a mesma memória descritiva pois os construtores depois é que resolvem algum problema que surja no terreno.

 

O problema é que o comércio, está cheio de serviços clandestinos, mesmo os próprios serviços camarários e das juntas de freguesia é quase tudo clandestino. Alguém alguma vez entrou numa câmara municipal e viu afixado na entrada, o nome dos funcionários, função ou cargo a desempenhar, etc., conforme normas da segurança social? E nas juntas de freguesia alguém viu tal afixado? Pior, e nos tribunais, e nas comarcas, e nas casas de justiça, alguém viu tal afixado? Eu já fui a várias e nunca vi, mesmo, na própria loja do cidadão não está afixado, e porquê? Porque é tudo clandestinos.

 

Agora porem o estado português a pagar as contas apresentadas por clandestinos, e pior ainda usarem o dinheiro que não pertence ao estado português, mas, que foi depositado, ao longo de muitos anos, por entidades empregadoras, no cumprimento da legislação e regulamentos nacionais, só pode significar furto, ou mesmo, um dos maiores furtos da história nacional...

 

Não existe polícia, porque um clandestino é marginal, ou seja, não significa que é criminoso, mas, significa que está à margem da lei, sem reinserção social. Não existe G. N. R., nem militares, porque nem sequer têm vínculo aos serviços estatais. Não existe serviços estatais, não existe bens estatais, o estado português não é entidade empregadora. O estado português são regras de boa conduta, e de caridade, para com aqueles, que não conseguem, roubar e matar, aqueles que são portadores de riquezas.

 

Dúvidas? Não há, nem pode haver (já levaram tudo).


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