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publicado por Lisboeta1970-, em 28.06.13 às 22:24link do post | favorito

Essa gente da TV e política sensacionalista é tudo uma cambada de mancomunados do raio que os parta!

 

Os que são pobres e não sabem nada, dizem que querem a igualdade, ou seja, também querem os bolsos e a carteira cheia de euros...

 

Os que são ricos, dizem que querem a igualdade, ou seja, também querem ser pobres e não ter nada nos bolsos, para evitar a morte causada pelos invejosos dos ladrões...

 

Os políticos são manhosos e jogam na omissão, ou seja, dizem metade das coisas, deixando margem de manobra para poderem ficar com aquilo que querem, ou fazer com que os outros façam algo... Tipo, a UE vai reduzir o orçamento para os projectos europeus apresentados por esses políticos, e esses mesmos políticos dizem na TV que a UE vai reduzir o orçamento para Portugal, mas, tal Portugal é apenas dos projectos deles, e assim conseguem sacar mais algum aos cofres, em nome de Portugal... Também, dizem que cada estudante custa vinte mil euros, e depois vão pedir aos países onde os estudantes emigraram, que lhes paguem a educação desses emigrantes, mas, esses políticos não pagaram nada, quem pagou foi os pais desses estudantes com os seus impostos da vida inteira, e depois de os países pagarem, os políticos não vão entregar aos pais o dinheiro, ficam com o dinheiro nos cofres para pagar a despesa sabe-se lá do quê!

 

Mancomunados, porque é tudo uma cambada de comunas, que visam ficar sempre com mais, do que conseguiriam pelos seus próprios meios.


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publicado por Lisboeta1970-, em 25.06.13 às 16:06link do post | favorito

Cá está as tretas dos devedores e dos credores, quando na realidade nunca houve dívida, ou se houver, é ao contrário, ou seja, o fisco é que deve milhões aos portugueses...

 

Mas, agora sim fez-se justiça, e na cara do, Coelho, Gaspar, e Cruz, que é para aprenderem que não mandam em tudo e todos!

 

http://www.noticiasaominuto.com/economia/84506/estado-perdoa-240-mil-d%C3%ADvidas-em-mega-amnistia

 

O que aprova a anulação da imputação aos portugueses é a legislação publicada:

 

http://dre.pt/pdf1sdip/2013/01/00800/0016100164.pdf

 

É claro, que existe muita vigarice nesta falsa amnistia, até porque aqueles que aldrabam os fornecedores e depois provam não ter bens penhoráveis, porque está tudo em nome de familiares, ou assim, acabam por se livrarem dos processos e ficar com o usufruto dos bens adquiridos. Mas, como a maioria da população está no limiar da pobreza, ou seja, abaixo dos 1500 euros mensais de rendimento líquido, o que é o mínimo para viver com as condições a uma existência digna e saudável, acaba por ser justo. Sim, porque além de estar ao nível europeu, pode ter uma residência com ar condicionado, o que é essencial na actualidade das cidades, onde a poluição é brutal. Por exemplo: Uma casa que gaste um quilowatt por hora, ou seja, mil watts, tipo um ar condicionado que esteja em funcionamento 24 horas por dia, seja a debitar frio no verão, seja a debitar calor no inverno, para mantêr uma temperatura interior de cerca de 22 graus, custa actualmente, cerca de 115 euros só em electricidade (24 x 30 = 720 kW mensais, 720 x 0,16 = 115,20 euros)...

 

E sem querer ofender, é isto que eu penso que toda essa gente da TV, desde ministros, a secretários, a deputados, a presidentes de câmara, a jornalistas, etc., os quais não conheço pessoalmente nenhum, mas, todos eles causam grandes despesas e encargos a outrém, tudo porque não têm bens penhoráveis, ou melhor, eles têm bens penhoráveis para tipo cem mil euros de dívida, mas, eles criaram mecanismos para gerar dívidas de 10 milhões ou mais, e assim, nada se pode fazer, eles não pagam porque a legislação diz que não podem pagar, e os que forneceram os bens ou dinheiro ficam sem nada... O que demonstra toda esta injustiça, é a publicação de dívidas enormes, seja das, câmaras municipais, seja dos sucessivos governos, seja dos partidos políticos, seja dos clubes de futebol, etc., o que numa perspectiva comercial é impossível de existir, porque qualquer fornecedor comercial tem a obrigação de verificar que o adquirente tem bens suficientes para pagar a mercadoria, o que demonstra que ambas as partes estão cheias de devedores, porque tanto o adquirente que não paga, como o fornecedor que entrega produtos sem garantias de pagamento, estão ambos a gerar grandes despesas e encargos e sem bens penhoráveis para indemnizar as partes lesadas...

 

Acho que não há prisões no mundo inteiro que cheguem para enjaular essa malta que consegue ganhar dinheiro a gerar dívidas a outrém, sem que o outrém tenha qualquer responsabilidade (ou conhecimento da situação)...


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publicado por Lisboeta1970-, em 21.06.13 às 17:04link do post | favorito

Afinal a legislação portuguesa é toda facultativa, e mais, quem a conhece, pode escolher quais os artigos que lhe interessam cumprir, e ignorar os outros artigos do mesmo diploma. Isto baseado no que o governo publicou nos meios de comunicação social sobre o pagamento dos subsídios, ser excepção este ano, ou seja, este ano não é preciso cumprir com a legislação, mas, para o ano já será obrigatório...

 

Uma pesquisa em google.pt, com a frase "quem nao paga subsidio ferias" esclarece como o país reage a tal governação, ou seja, a câmara municipal de Lisboa paga, outras câmaras não pagam, outras dizem que pagam porque em Novembro aumenta o valor do pagamento por causa dos juros de mora, e é assim a lei portuguesa.

 

É o vale tudo, até porque o governo diz que não há dinheiro, e o país continua diàriamente a gastar, o que é um paradoxo. Gastam e não há dinheiro, ou há dinheiro que não se destina aos gastos?

 

Pessoalmente acho que quem não paga, tem de ser encerrado pelo tribunal. Pessoalmente acho que as cidades estão falidas, sem condições de existir, e como tal devem ser encerradas, ou seja, guerra que resulte em destruição total (nazismo).


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publicado por Lisboeta1970-, em 19.06.13 às 16:57link do post | favorito

A procura de uma renda periódica é o único resultado pretendido por toda a movimentação e regulação dos bens e sua aquisição, nomeadamente os direitos.

 

Depois temos aqueles que procuram por todos os meios ficar com os direitos dos outros, sendo o mais comum, a produção clandestina e embalada e distribuida como sendo o produto original. O bem mais cobiçado é a água, mas, como não existe água nem para 1% da população, os outros 99% levam com o esgoto, ou seja, águas sujas que depois de tratadas são fornecidas à população, sendo quase sempre, a mesma água tratada a circular, vezes sem conta.

 

Nestes que ficam com os direitos dos outros, estão todos aqueles que conseguiram entrar na lista do PR, e assim, ficam décadas nas escolas, como funcionários e professores e directores, ficam décadas nos bombeiros, ficam décadas na assembleia da república, etc., e como não existe emprego sem entidade empregadora, todos estes são pagos com os direitos dos que estão empregados, e tal como a água limpa, é cobiçada, e as águas de tais esgotos são depois distribuídas vezes sem conta, ou seja, também o dinheiro que é pago aos empregados, é depois entregue e circula vezes sem conta de mão em mão, mas, tal como a água, já foi usada, já foi paga, e no entanto é novamente fornecida e cobrada ao preço de água limpa (a original). Ou seja, regra geral, estamos sempre a pagar pela mesma coisa, e se quem usa a água, retivesse a água na fonte, os outros à muito que tinham morrido à sede (assim morrem dos agentes poluidores presentes nas águas tratadas). O mesmo se passa no dinheiro.

 

O problema é que depois de aqueles que recebem por estar na lista do PR, não se querem ir embora, dando o lugar ao próximo (geralmente mais jovem), e assim temos desempregados e falsos empregados que tiram os direitos aos verdadeiros empregados, apenas porque varrem o chão e assim, mesmo que os empregados nem sequer circulem nas vias onde eles varrem, ou seja, varreu, alguém pagará...

 

O PR é a coisa mais fabulosa deste país, pois quem estiver na lista do PR, tem os direitos garantidos e uma vida fácil. O PR é o... Pay-Roll, ou seja, a lista dos beneficiários dos dinheiros alheios!

 

A guerra é necessária para acabar com as velharias e fomentar a nova lista do PR, da limpeza e reconstrução das cidades...


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publicado por Lisboeta1970-, em 11.06.13 às 14:50link do post | favorito

O Papa refere algo sobre corrupção e 'lobby gay' no Vaticano, mas, isso é a Organização das Nações Unidas (também conhecida por UN, United Nations).

 

sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=77781

 

Esta organização é uma organização criminosa, que visa o controle mundial, através do recrutamento de mercenários, os quais são pagos com recursos bélicos, e como tais mercenários procuram o enriquecimento, usam tais recursos bélicos para roubarem as populações do mundo inteiro. Ou seja, recebem armas da ONU para implementarem o controle dos locais onde se estabelecem, e ao mesmo tempo furtam e roubam os trabalhadores locais, os quais já estavam estabelecidos nesses locais, com o intuito de enriquecerem as suas bolsas (os mercenários).

 

Em Portugal, são conhecidos por, P. S. P., G. N. R., e na retaguarda temos todos os militares, e actualmente também existe os chamados seguranças, que são empresas privadas, que visam o transporte de valores elevados, e assim conseguem saber a localização das riquezas...

 

A UN também recruta indivíduos, os quais estão descontentes com o apoio nacional, e como tal aderem à UN ficando sem nacionalidade, passando a referir-se a si próprios, como cidadãos do mundo, mas, tal não existe, e novamente o que a UN faz é entregar nas mãos desses recrutas, armas de fogo, e químicas, e insectos, e após a instrução (lavagem cerebral) de que têm direito à produção nacional sem a legal aquisição, passam a furtar e roubar tudo e todos, para terem direitos sobre aquilo que queiram adquirir, mas, sempre sem dinheiro legalmente seu. Também tais indivíduos têm o hábito de usar as igrejas, desde, católicas, envangélicas, testemunhas de jeová, etc., para conseguirem se aproximar e tocar naqueles que habitam localmente.

 

Lisboa, já está apenas com cerca de meio milhão de habitantes, o que demonstra bem o estrago, que anos e anos, de cidadãos do mundo, presentes em Lisboa, os quais vivem às custas dos lisboetas, e o que se manifesta por muitos homicídios, e por conseguinte grande diminuição da população. Não existem é certidões de óbito, porque existe indivíduos que se fazem passar por dez identidades, com recurso a máscaras de pele artificial, e cabeleiras, sendo os corpos desmanchados e vendidos em talhos e outros produtos que contenham proteínas...

 

Bem-vindo (ou não) à terceira guerra mundial!


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publicado por Lisboeta1970-, em 06.06.13 às 15:02link do post | favorito

Enquanto cada um habitante presente no território português, ficar à espera que outrem termine o abuso e furto dos seus direitos, Portugal não conseguirá sair da crise e esbanjamento...

 

O problema não é o desemprego, o problema é a quantidade de indivíduos que quer tudo e mais alguma coisa, mas, não tem o dinheiro necessário para o adquirir. E este é o início da crise.

 

Há um pouco de tudo, por aqui. Desde o trabalhador que afirma a pés juntos que lhe devem dinheiro, apesar de ter recebido todos os salários, apenas porque acha que é mal pago, e por conseguinte apropria-se das mercadorias destinadas à venda, e entrega-as a amigos, e até negoceia com desconhecidos à margem da empresa, depois é só aldrabar os inventários, e enganar os patrões colocando velhos aparelhos nas caixas de novos, etc.; desde as famílias que compram tudo e mais alguma coisa a prestações, bastando para isso estar num escalão de IRS que permita ao fornecedor penhorar tal rendimento, depois com o passar dos anos os bens adquiridos ainda nem estão pagos e surgem novos nos mercados, os quais são mais eficientes, e não há maneira de demover tais famílias enquanto não conseguirem levar os novos e entregar os velhos, os quais nem pagos foram, e assim alguém acabará por levar com tais velharias, após uma reciclagem, o que é prejudicial para o comércio, pois fica com estoques além do previsto... Estas são as situações mais comuns!

 

Também há aqueles que se recusam a trabalhar, e mesmo que estejam empregados, tudo fazem para garantir que nada produzem. Aqui penso ser o grosso da população activa, ou seja, empresas que funcionam como intermediários, com o único propósito de inflacionar os preços de venda ao público, com o objectivo de viverem às custas de quem adquire a retalho tais produtos. Novamente, tal é prejudicial para o comércio, nomeadamente os distribuidores, os quais não conseguem escoar os produtos como previsto... Tais produtos, existem cinco, os quais são os mais visados, a habitação, nas variantes de compra ou arrendamento, e a compra é sempre chave na mão, o que significa que o adquirente apenas pode dispor do edificado como entender, mas, legalmente não é sua propriedade perfeita, apenas o legítimo beneficiário (o proprietário é o conjunto das propriedades do edificado, ou seja, o legítimo proprietário é, por exemplo, a casa, a qual é efectivamente o detentor das propriedades, tipo, portas, janelas, chão, paredes, etc.); os outros quatro são, a água canalizada, a electricidade, o gás canalizado, as telecomunicações.

 

É brutal a quantidade de intermediários e terceiros que conseguem aumentar os preços de tais direitos, sem que sejam necessários para o seu fornecimento; apenas porque a legislação assim, obriga, ou permite!


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publicado por Lisboeta1970-, em 05.06.13 às 20:33link do post | favorito

Se as leis e regulamentos gerais não existissem, o povo faria condições contrato a contrato.

 

Então porque teimam os governos em regular e controlar as acções dos indivíduos e colectividades e multinacionais? Para enriquecer, nomeadamente os agentes que fiscalizam tudo e todos...

 

Cada coima tem um valor absurdo, desde uma simples infracção de trânsito, até aos documentos ou licenças em falta, tudo o que seja, considerado infracção sem recurso a violência ou crime, tem geralmente uma boa percentagem do salário mínimo nacional. Ou seja, quem tem dinheiro faz o que bem lhe apetece, e quem não tem dinheiro não faz nada, pois à multas para tudo e mais alguma coisa...

 

Depois tais agentes, e até mesmo os deputados, são pagos e aplicam coimas em UC, que é uma moeda inexistente, mas está indexada a 1/4 do IAS, o que tudo indica que, no caso dos deputados, foram expulsos do euro, e inventaram a UC, para ganharem 13 ou 14 UC, e assim, em vez de ganharem 13 ou 14 euros mensais, ganham mil e tal euros...

 

Se houvesse verdadeira democracia, eles, os agentes, não estariam interessados em euros, mas, em UC, seja lá o que isso seja, e também qualquer cidadão podia anular qualquer lei, declarando que não pretende cumprir com tais regras, pois não lhe agrada tal condição na sua forma de estar na cidadania!


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publicado por Lisboeta1970-, em 02.06.13 às 14:58link do post | favorito

Diz a oposição, que o Cavaco devia assumir a "derrota" do Governo (economico.sapo.pt/noticias/cavaco-devia-assumir-a-derrota-do-governo_170487.html), mas, não há derrota nenhuma, porque o governo conseguiu ficar com o dinheiro dos trabalhadores e pensionistas, e gastar esse dinheiro nas empresas cujos investimentos são de terceiros (expresso.sapo.pt/estado-paga-quase-meio-milhao-de-euros-para-analisar-swaps=f804460); claro que meio milhão de euros não é nada, numa conta orçamental, mas, meio milhão de euros, por uma simples análise de consultadoria, a uma dúzia de empresas, acho que é um exagero, pois, a maior parte das empresas nacionais nem facturam meio milhão de euros!

 

Ou seja, o Cavaco, o Passos Coelho, o Portas, etc., iniciaram actividade comercial, e as empresas ficaram sem facturar o necessário à sua existência comercial, e planearam dar o golpe aos dinheiros dos outros... Como não é fácil encontrar elevadas somas de dinheiro numa mesma conta, tiveram de visar, as caixas de previdência, os fundos salariais, a segurança social, e como a maneira mais rápida seria controlar o orçamento do estado, foi o que fizeram...

 

Aliás, o esquema é sempre o mesmo, iniciam existência comercial, com os registos, e tudo legal, mas, nunca realizam actividade comercial, para evitar queixas de fornecedores e clientes, pois tais queixas podem levar aos tribunais a efectuar auditorias, e por conseguinte decretada a falência de tais empresas fictícias.

 

Outro esquema é declarar falência, e passados anos, quando tudo cai em esquecimento, e a papelada vai para o lixo (acho que são 4 anos a obrigação de guardar a contabilidade), coloca-se outra vez a mesma empresa no mercado, sem que ninguém perceba que já não tem existência comercial legal... Depois, é só facturar e meter ao bolso!

 

Eu até acho que o verdadeiro nome pessoal dessa gente não é, Cavaco, Passos, Portas, pois, caso seja, também passamos a chamar, janelas, ao Bill Gates (chamar janelas ao Conta [bill] Portões [gates], lol)...


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