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publicado por Lisboeta1970-, em 25.05.12 às 19:53link do post | favorito

Pois como já ouvi dizer, cá se fazem, cá se pagam; mas, na práctica, muitos são os que nada fazem, mas, sofrem para que os pulhas, que maltrataram os que nada fizeram, tenham menos doenças (ou que se sintam mais protegidos)...

 

Nestas cidades em Portugal à de tudo um pouco, desde aqueles que ameaçam largar todo o tipo de bicharada (barata, caruncho, piolho, pulga, mosca, etc.) onde calhe, caso se recusem a dar-lhes todo o dinheiro que tiverem, mas, também aqueles que que se rebolam em cima das pulgas, para livrar os senhores do perigo... E isto já dura à séculos... E apesar de existir insecticida, o qual causa danos graves nos pulmões, continua à venda nas lojas, como se fosse um produto caseiro; já a droga, seja cocaína ou marijuana é proibida, porque, afinal não causa dano suficiente...

 

E são estes fanchonas, que tudo estragam e levam vidas e vidas para a cova com eles, tudo para que no seu pensamento achem que são mais espertos, ou melhores, que os outros. Aliás, toda a sociedade actual se baseia na competição, seja nas escolas, onde só os melhores alunos entram na faculdade e recebem bolsas de estudo, seja nos empregos, onde os currículos mais experientes são escolhidos...

 

Portanto qualquer ideia de que existe serviço nacional de saúde para todos, é errado, porque só os melhores, as elites, merecem tal tratamento, os outros, entram com gripe, na urgência do hospital, e saiem com carradas de agentes causadores de doenças e uma receita escrita para adquirir medicamento fraco, para tratar a gripe; o problema é que se os agentes despertam ou decidem atacar o engripado, é morte certa.

 

Para tentar perceber a lógica das cidades, é do tipo, de solução à medida que o problema surge, ou seja, se a mamã ou o papá, tiver carradas de parasitas, e pague dinheiro para se livrar deles, nasce um bebé e colocam-lhe algo que atraia toda a carrada de parasitas dos papás, para que os papás fiquem livres dos parasitas (a qual é má solução pois o bebé vai se tornar num viveiro de parasitas, com o qual eles têm de conviver nos próximos vinte anos), mas, é assim, a solução funciona durante dois ou três anos, só depois é que se apercebem que já não têm dinheiro para mais bebés, e agora em vez de um cheio de parasitas, são três cheios de parasitas...

 

E é aqui que entra a lei, para os condenar aos três, e nunca para os ajudar, pois sem dinheiro não à lei, a lei só existe se alguém pagar para ser executada, e mesmo assim, é executada à maneira de quem decidir a forma da execução, não sendo fiel à vontade de quem paga. Eu também posso dizer, sou o autor e o criador destes textos para o propósito da convenção de Berna e todas as leis nacionais com efeito daí, que o único efeito que tem é nenhum, pois sem pagamento, nada acontece (já para não falar das três testemunhas, e sei lá mais o quê, que é por isso que todo o sistema judicial é inútil, e se o sistema judicial não existe, então também o sistema de saúde não existe, nem o governo central de Lisboa, o que existe é soluções à medida que o problema aparece)!

 

P. S. Quem queira saber mais sobre tal convenção basta pesquisar na "wikipédia.pt" por, convenção da União de Berna.


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publicado por Lisboeta1970-, em 23.05.12 às 18:34link do post | favorito

Se houvesse inteligência artificial mesmo, tais sistemas não custariam uma fortuna, e mais não sei quantos milhões de euros em manutenção; aliás o que todas as pessoas procuram constantemente é dinheiro, agora auto-estradas da informação, canais de TV, etc., são coisas que só servem para sacar dinheiro aos que pouco ou nada têm. Se houvesse inteligência artificial mesmo, tais sistemas produziam formas de ganhar dinheiro, produzindo riqueza, e não o contrário, produzindo à custa da riqueza dos outros...

 

Aliás se há máquina que estaria esgotada no minuto que fosse colocada na prateleira da loja, seria a máquina que produza riqueza, que faça dinheiro, que coloque saldo positivo na conta bancária acima do meio milhão de euros...

 

Quem precisa de inteligência, da artificial ou outro tipo, é o António Costa e os responsáveis pela alteração da rotunda do Marquês de Pombal, em a mesma coisa que está actualmente, mas sacando alguns milhões de euros do município de Lisboa. Foi anunciado que vão fazer duas rotundas, mas tal é falso, é a mesma rotunda com espaço entre as faixas interiores e a faixa exterior, o que não se pode classificar de duas rotundas...


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publicado por Lisboeta1970-, em 18.05.12 às 18:40link do post | favorito

Sou a pessoa singular menos qualificada para falar sobre o ADN, mas, porque não dar a minha opinião sobre tal assunto.

 

Na minha opinião, o ADN, que supostamente, é o código genético de cada ser vivo, é afinal a quantidade de agentes infecciosos que cada ser vivo tem.

 

Para perceber o que estes agentes infecciosos são, é necessário aprender o que são esporos, e esporo é um fungo, que pouco, ou nada, o mata, e existem na natureza milhões de espécies diferentes de esporos. E assim, ao calcular o ADN de um ser vivo, obtêm-se o mapa de esporos presentes nesse ser vivo, os quais o acompanharão durante toda a sua vida, sendo apenas provável, que ao longo da vida, ainda fique com mais esporos diferentes dos que aqueles que já tinha desde criança.

 

Aliás, se fôr possível retirar todos os esporos de um ser vivo, este fica isento de infecção fúngica, mas, em termos de ADN, ficaria sem identidade. O que me leva a imaginar a propaganda daqui a mil anos, quando o conhecimento dos computadores dotados de inteligência artificial, conseguirem tal feito: "Venha fazer parte desta família unida, uma família onde a identidade individual não existe, venha ser um connosco!"; o que é bastante similar com, a unidade militar (ou ordem unida), a unidade em cristo (o corpo de deus), etc.; é claro, que daqui a mil anos, os computadores terão inteligência artificial, mas, o dinheiro continuará a ser cobiçado, e quem perde a identidade, perde o dinheiro, pois deixa de provar que é quem diz ser...

 

Ou seja, se um gajo doente, pode ter tudo e mais alguma coisa, pois pode ser identificado, já um gajo sem doenças, fica nas lonas, sem ter acesso ao próprio dinheiro...


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publicado por Lisboeta1970-, em 16.05.12 às 00:59link do post | favorito

Tanta troika, tanta comunicação social entupida à volta, e mais voltas, e abordar o assunto directamente, até à data, nunca. O que aconteceu, que deixou os trabalhadores portugueses, sem subsídios de férias e natal, com aumento de IVA, com aumento do preço do combustível, foi que os parvos dos políticos tinham os cofres cheios de dinheiro e não recebiam o suficiente para viverem em palácios; então começaram a estudar o problema, e chegaram à conclusão que este dinheiro todo nos cofres, se fosse aplicado na bolsa, e outros mercados financeiros, rendia uma pipa de massa, e depois de terem uma pipa de massa, voltavam a colocar o dinheiro nos cofres, e passavam a aplicar os ganhos na bolsa, e outros mercados financeiros, e assim passavam a receber o suficiente para viverem em palácios.

 

O que ignoram é que a bolsa é um jogo, onde as cotações sobem e descem, a um ritmo alucinante, como se tal fosse possível acontecer num empresa comercial. Mas, o que também se passa é que muitas empresas, ditas comerciais, não passam de projectos de empresas, que, não têm solidez financeira, nem quadro técnico, nem postos de trabalho com enquadramento legal, etc.; ou seja, estão condenadas ao fracasso. E a bolsa tem problemas, tais como a liquidez das transacções em dinheiro, pelo que inventaram a compra de acções por particulares, para poder trocar acções de empresas (sem condições para existir), por dinheiro, ou seja, os ignorantes que jogam na bolsa, todos perdem o dinheiro pelo facto que as empresas (ou divisões) cotadas são todas do tipo condenadas ao fracasso. E assim, resolvem os problemas da bolsa e mercado de valores.

 

Actualmente é impossível recuperarem o dinheiro perdido, ou seja, vêm-se gregos para pagar as contas... Depois informam que Portugal vai voltar aos mercados daqui a alguns anos, porque é o tempo que levam a juntar dinheiro suficiente nos cofres para poder voltar a jogar na bolsa; o que significa que ainda não perceberam que vão perder tudo novamente. Ou então, têm grandes buracos orçamentais, e jogam uma quantia pequena, e quando a perdem, publicam que perderam uma quantia um bilião de vezes maior, e assim acaba-se com os buracos orçamentais, na contabilidade, porque nos cofres, o dinheiro continua a não chegar para todos os trabalhadores...

 

Troikas à parte, o iogurte grego é uma bodega, um creme sem sabor, prefiro mil vezes o iogurte natural.


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publicado por Lisboeta1970-, em 07.05.12 às 22:57link do post | favorito

Bom! Então as forças armadas portuguesas enviaram barcos e aviões para a evacuação na Guiné-Bissau, mas, repare, que as forças armadas, arriscam-se a ficar sem os barcos, pois os guineenses devem ter uma frota maior, e Portugal com as embarcações velhas e ultrapassadas não tem hipótese contra o armamento das tropas da Guiné-Bissau... Bom! É claro que na práctica, o povo só é retirado se pagar, já para não falar que depois têm que pagar para viver em Portugal, e não recebem um euro pelas casas e haveres que deixam na Guiné-Bissau, ou seja, é sempre a lucrar à custa das vítimas do golpe de estado...

 

Bom! Cá por Portugal no sector do serviço nacional de saúde, o Cavaco comunicou que ninguém pode ser privado dos cuidados de saúde por falta de dinheiro, que é o mesmo que dizer, o SNS presta serviços a quem quer que lhe apareça à porta, e quem paga é quem tiver dinheiro, ou seja, o comunicado é para os pobres irem aos hospitais, para o governo puder sacar dinheiro aos cofres onde haja dinheiro. É tipo emergência social, e toca a gastar à bruta! Aliás a esta gente dos governos nem lhes passa pela cabeça que quando não se tem dinheiro, passa-se fome e frio! Estes gajos dos governos são espertalhões, formam logo, multidão, e aplicam depois os regulamentos da emergência social, e ficam o resto da vida a viver às custas desses fundos; é claro que esses fundos pertencem a outros, e estão regulamentados apenas a quem pertencem, mas eles aldrabam a papelada e toca a gastar o que é dos outros; bom!

 

Bom! Vamos lá a vêr se a malta se entende, isto da bófia não é protecção civil, nem forças armadas, são gajos que querem gamar quem calhe e vai de patrulhar as ruas e estradas, e sempre que apanham alguém que esteja a tomar acções que o bófia ache ser crime, vai de o maltratar, mas, sempre cobardemente, pois se o considerado infractor tiver um canhão maior que o do bófia, o bófia já não faz nada, chama outros para tentar alterar o poder. Até porque a bófia tem farda, mas não é por unidade, é para que os civis vejam que chegou gajo armado, e cautela, como se diz: "um olho no burro, e outro no cigano". Bom! Depois essa ideia, que se alguém fôr roubado deve dirigir-se à esquadra da PSP mais próxima, só existe porque é lá, na esquadra, que está o gangue todo, e sempre pode tentar reaver os objectos pessoais que perdeu; claro que apenas os recebe se pagar!

 

Isto seria eu a tagarelar na TV, se eu fosse o professor, numa versão sem papas na língua. Claro que não estaria ao serviço de nenhum dos 4 canais, mas, no quinto canal, onde emitiria a toda a hora os meus comentários, tipo o canal do professor.


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publicado por Lisboeta1970-, em 06.05.12 às 03:44link do post | favorito

Acabei de assistir ao filme americano "The Avengers", e é fantástico.

 

Mas retrata também a natureza humana, e a forma como de um momento para outro, o amigo se torna inimigo e vice-versa. Assim é o exército português, formado por pessoas de crenças diferentes, que num momento trabalham em conjunto para construir bombas e armas, mas se alguma vez o seu deus pessoal fôr o alvo dessas armas, o mais certo é desertar e lutar pelo lado do seu deus.

 

É claro que o deus que mais manda em Portugal, é o todo-poderoso Euro, ou seja, o dinheiro.

 

Por outro lado, com tanto avanço tecnológico, e tanto sábio espalhado por esse mundo fora, é confuso e contraditório, que os automóveis continuem a provocar acidentes mortais, e qualquer batida frontal, custa uma fortuna a reparar, tipo um farol partido, obriga a levar toda a chapa frontal porque o encaixe da óptica ficou amolgado; e que os aviões que caem partem-se todos; e que os comboios pareçam latas de sardinhas amolgadas; e que as camas e esponjas continuem a ser feitas à base de celulose (madeira) a qual provoca problemas respiratórios, pois os químicos usados causam décadas de vapores tóxicos. O que me leva a concluir, que afinal não há avanço tecnológico nenhum (os computadores apenas ficam mais pequenos), e que sábios há poucos (os restantes pseudo-sábios não passam de indivíduos que conseguem produzir algo seguindo instruções, tipo cozinheiros).

 

Aliás sempre que nasce um bebé começa tudo outra vez do princípio; primeiro aprende a mamar, depois aprende a gatinhar, depois aprende a andar, depois aprende a falar, e quando está quase formado o seu carácter mandam-no para a escola, para lhe ensinarem a ser ignorante e fraco o resto da vida. A escola superior é o culminar dessa caminhada, para no fim ter uma licenciatura que serve para nada, pois a única certeza que tais indivíduos têm é que os livros estão cheios de receitas, que sem a matéria-prima, de nada servem. Troquem o sal por açúcar, e o cozinheiro fará um prato de comida doce, pois nenhum tem o hábito de provar o sal, e se tiver o hábito de provar, troquem o sal por cianeto, e o cozinheiro ficará estendido no chão. Ou seja, o cozinheiro se fosse sábio produziria o próprio sal, não confiava nos rótulos das embalagens.

 

Mas, assim é em pleno século XXI, não existe sociedade portuguesa, nem plano nacional, nem qualquer família, o que há é indivíduos que fazem filhos para os sujeitar à sua vontade, e capricho, e crenças, e outras paranóias similares; por outro lado, os filhos admiram os seus pais, pois a ligação que existe é cativante; mas os cozinheiros deste mundo estão condenados, bem como todos aqueles que provam as suas comidas, pois que, o veneno, e a infestação de parasitas, e os metais, etc., todos provocam danos no corpo humano, e passar uma vida a sofrer ataques constantes é esgotante para as defesas do corpo humano, as quais lutam diàriamente, para eliminar, toxinas, e venenos, e para regenerar os tecidos mortos, o que ao fim de mais de cinquenta anos de existência, começa a ser difícil resistir aos ataques, pois acumulou demasiados danos!

 

E voltei a fazer, o que as escolas ensinam, a usar palavras, que nem significado concreto têm, pois que o metal e o plástico podem muito bem ser a mesma matéria, apenas com diferentes receitas, pois, ambos derretem a altas temperaturas, ambos são duros ou maleáveis, ambos conseguem ser eléctrico conductores ou não (dependendo do tipo), etc.; lá que gostava de saber tudo gostava, e no fundo é esta procura incansável da sabedoria que leva muita gente a gastar as suas vidas, dedicando-se às ciências e artes.


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publicado por Lisboeta1970-, em 05.05.12 às 20:06link do post | favorito

Agora até a ministra da Agricultura opina sobre a interpretação da legislação portuguesa, como se para tal estivesse habilitada, e se fôr habilitada a tal, não é na qualidade de Ministro que lhe compete tal opinanço.

 

Que infelicidade ter esta ministra no activo. Até tenho pena do Ministério da Agricultura e dos produtores. Ao que isto chegou, como se a lei 370/93, se aplicá-se a práticas pontuais, como uma promoção! Não se aplica. E aliás um desconto comercial é algo que só diz respeito ao comerciante que decide se faz desconto e quanto desconto faz. A lei 370/93 refere-se a agentes económicos, e o Pingo Doce é uma sociedade comercial, que sim pratica uma actividade económica, mas não é agente económico. Já vale tudo para sacar coimas que ficam em depósitos legais, que depois revertem para os agentes que efectuam a retenção, por nunca tribunal nenhum condenar os vítimas de pagamentos por conta, mesmo sem culpa formada. Parece que o Habeas Corpus não se aplica quando envolve a possibilidade de coima. Valha-nos o são Patrão e o são Empregador que tanto nos ajudam a sobreviver nesta sociedade de ignorantes, onde o uso da força armada ganha o dinheiro que desejar.

 

Depois temos o caso de que a mercadoria pode ser ou não ser propriedade do Pingo Doce, aliás o mais provável, é haver ambos os casos dentro do espaço comercial do Pingo Doce, ou seja, mercadoria que lhe pertençe, e mercadoria à consignação, ou outros casos. Se um devedor, ao Pingo Doce, não pagar pela ocupação do espaço comercial, penso que o Pingo Doce pode fazer arresto da mercadoria e trocá-la por dinheiro (sendo a quantia a pedir, a que bem entender), para tentar minimizar o prejuízo por falta de pagamento.

 

No caso da disparidade do que paga aos produtores e do que vende a retalho, é algo que só leva a condenar a ministra e o socialismo por práticas de enriquecimento à custa da pobreza de outros; estes governos socialistas querem é forçar a população a pagar por tudo (tipo dez vezes superior ao preço de custo total), para haver dinheiro para o que eles pretendem construir, que é por isso que práticas de desconto não são desejadas, pois o governo perde dinheiro (inflação, impostos, taxas, etc.).

 

Que desonra.


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