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publicado por Lisboeta1970-, em 24.04.11 às 00:43link do post | favorito

Se eu fosse máquina diria: "does not compute."...

 

Esta coisa da tradição, da religião, dos feriados religiosos, da nação, não compreendo, nem nunca vou compreender. Tudo isto existe, porque dizem os sacerdotes: "o povo é estúpido"... A questão é pertinente, porque no jornal nacional "o Diabo", informa que o FMI vai ficar com as praias portuguesas, ou seja, a costa portuguesa, mas se a dívida é afinal de 410 mil milhões de euros, porque não levam, também, os Açores e a Madeira, e também, as águas e concessões de pesca, e no continente podiam ficar com, as reservas naturais, os patrimónios mundiais, e mesmo assim não deve chegar...

 

Depois não compreendo se o país precisa de resgate, ou seja de empréstimo de dinheiro, e se o empréstimo não acontecer, será a falência do país, então porque é que o povo continua a querer, eleições, governos, hierarquias, religião, se já está demonstrado que o resultado é sempre igual, a recessão, e a falência... Além do povo, porque é que a classe trabalhadora vai todos os dias para os seus postos de trabalho, se a empresa onde está empregado tem uma dívida enorme... Será por falta de independência? E se a TAP ou a CP, empresas com contabilidades em estado de falência, anunciarem que estão a recrutar novos trabalhadores, no dia seguinte haverá filas e filas de candidatos, e todos sabem que está em falência, mas iriam na mesma!

 

Seja qual fôr a razão das coisas nunca mudarem, e mesmo que sejamos muito ignorantes, ao ponto de falarmos um idioma, mas não sabermos o significado das palavras, como por exemplo chamar praça a um militar, porque todos os dias, que passam no quartel, os militares se reunem na praça, em formatura, ou seja eles não são praça, mas como costumam estar na praça, passam a ser os praças... Sinceramente não sei o significado de praça, em termos da origem da palavra, mas se quisesse conseguia inventar um dicionário com origens do, latim, grego, árabe, e depois atribuir os significados que me apetecesse, e é isso mesmo que as publicadoras de dicionários fazem, contratam meia dúzia de professores catedráticos, e apresentam uma obra literária, tal como se fosse o conhecimento da língua do português, mas, após uma breve análise, a qualquer dicionário publicado em Portugal, verifica-se que não sabem os significados das palavras, apenas o costume do povo, em associar, acções, ou lugares, ou classes, a palavras, por terem comportamentos ou feitios similares ao significado da palavra... Esta é uma das razões que leva os sacerdotes a chamar estúpido ao povo, mas eu tenho a certeza que apesar de eles pensarem que sabem, sendo os portadores da verdade, na práctica também são estúpidos...

 

Eu não compreendo, até porque para alguém compreender tinha que ter sido explicado ou ensinado, mas como não existe quem saiba, vai passando de geração em geração a ignorância dos antepassados, e assim sendo, não compreendo porque as escolas continuam a classificar os conhecimentos adquiridos, quando deviam era classificar quanta ignorância cada aluno tem... Passava tipo a ser, o mais ignorante, é o melhor aluno (tipo só sei que nada sei)...

 

Mas, a classe política, a classe médica, a classe militar, a classe sacerdotal, pensam que sabem... Estamos tramados por estas classes e muitas mais... E todos eles recebem dinheiro e com primazia sobre o dinheiro, ou seja, em caso de falta, eles recebem sempre, se sobrar então vem o resto para os outros (tipo inferiores)...

 

Não compreendo porque se paga impostos, e não se recebe mercadoria ou serviço em troca... Não compreendo porque se continua a participar numa sociedade, a qual está mais que falida... Não compreendo porque se luta e morre por ideais que levam à revolução... Não compreendo porque se fazem revoluções para receber sempre a mesma coisa, dinheiro (se fosse revolução havia mudança)...


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publicado por Lisboeta1970-, em 21.04.11 às 00:12link do post | favorito

Hoje, novamente, houve confrontos perto dos adeptos do futebol, junto ao local, onde se realizou o jogo entre o Benfica e o Porto...

 

Quase sempre que há futebol em Lisboa, seja no Sporting ou no Benfica, acontecem estes confrontos, onde os polícias, com farda protectora, espanca indivíduos que passam perto deles, sem qualquer critério...

 

Tudo por causa da receita que envolve tais eventos... Porque quando é andebol, ou outra modalidade, menos popular, tal não acontece, mesmo que seja o Porto o visitante!

 

A intervenção e o dispositivo montado acontece porque existe receita e os polícias retiram da receita o pagamento pelo dispositivo montado, mas agora até pagam a dobrar, pois também passou a existir "stewart", o qual em português é "mordomo". Mas servem não os espectadores que pagam na bilheteira, mas sim regulamentos que nada tiveram da parte dos clubes...

 

Todo este aparato existe para puderem ficar com a receita...

 

Depois o confronto também ele denominado por cenário das operações, ora um cenário tem ligação ao teatro, ou seja farsa, que é o que é, uma farsa... Depois os jovens pensam que estão a ser condicionados, e levados pelo incitamento e provocação do cenário, arremessam objectos levando ao aumento da perda da receita...

 

Nada de espectáculo, e tudo relativo a ganho, seja por pagamento, seja por coima, o que me leva a perguntar, o que tem o futebol, que mesmo nestas condições, continua a ter adeptos?

 

Os polícias e os ladrões, é um jogo que se brincava em criança, mas como diz o povo: "É tudo farinha do mesmo saco", ou seja é tudo ladrões, trabalhar é que nunca ninguém os viu, seja polícia, seja ladrão...

 

Polícia não é adulto, adultos não procuram ficar com receita de eventos...

Polícia não é pessoa, pessoa não anda armada, só as bestas é que pensam que os outros são iguais a elas, e por isso andam armadas, para matarem antes de serem mortos...

polícia não é autoridade, autoridade não usa má fé para ter ocorrência onde aplicar coima.


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publicado por Lisboeta1970-, em 11.04.11 às 13:42link do post | favorito

Como é possível, que um indivíduo que constrói uma parede ganhe menos que o indivíduo que regista uma factura...

 

Como é possível, que chamem democracia a uma organização cujo único interesse é o comercial e a receita...

 

Como é possível, que o dinheiro tenha mais valor que a mercadoria; ninguém constrói com moedas, mas sim com, ferro, e madeira, e etc.; algo não está de acordo com as regras da boa educação.

 

Ora uma faculdade, ou mesmo universidade, não é uma escola, mas sim, um local onde um indivíduo pode fazer demonstração das suas, faculdades, ou capacidades, ou conhecimentos, sobre determinada ciência, mas não demonstra que tal indivíduo seja capaz, como pessoa, de dirigir ou realizar trabalho... Quanto mais não seja porque nunca foi ensinado, porque rejeita que os outros sejam melhores, forçando os outros a aceitar que tal indivíduo é que é o doutor, e por isso o mais capaz... Na práctica quase todas as empresas, preferem licenciados, e o resultado está à vista, segundo as capas dos jornais de hoje, o FMI entra amanhã em território nacional, para analisar a situação nacional...

 

Mas quem é o FMI? O FMI são mais doutores, e licenciados, que vêm analisar os maus resultados, dos doutores e licenciados nacionais... Só mesmo gente estúpida é que dá importância a tais indivíduos nacionais ou estrangeiros...

 

Também se podia pôr os ladrões e drogados portugueses, a corrigir os comportamentos dos ladrões e drogados espanhois, quem sabe não resulta, vai uma aposta?

 

Aposta é a palavra certa, porque é isso mesmo que os mercados de valores são, uma aposta. Aposta-se numa empresa e compra-se acções, se a empresa tiver bons resultados, o valor das acções sobe, logo fica-se com mais dinheiro... Mas uma aposta é um jogo, e num jogo uns ganham, e outros perdem... Só não perde quem não joga... Mas é um esquema, montado por quem não tem, para ficar com aquilo que é dos outros, sem ser acusado de furtar ou roubar... Joguei e ganhei, e o que tinha diz que jogou e perdeu... Sem queixa, nem tentativa de recuperar as perdas, ou seja, aceita entregar o que é dele, a outro sem receber nada em troca, e ainda fica com a culpa...

 

A educação superior nacional à muito tempo que os rejeitou, mas como cada um diz ao próximo que é doutor, a moda pegou, e até os que começaram o jogo, pensam que são mesmo doutores... Só quando os resultados dão para o torto, é que fica demonstrado que não têm educação, mas sim muita má educação, tanta que impede de reconhecer a própria realidade!


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publicado por Lisboeta1970-, em 08.04.11 às 02:26link do post | favorito

A capa do jornal "o Diabo", desta semana, noticia que cada português deve 28 mil euros, ora como eu não devo nada, até porque não encomendei, nem tenho factura por pagar, das duas uma, ou eu não sou português, ou outro português deve 56 mil euros...

 

Na minha perspectiva, se existe dívida num total de 75 mil milhões, é porque existe em Portugal 75 mil indivíduos que devem, aos bancos ou aos mercados, um milhão de euros cada um... O mais provável é serem construtores de imóveis, que pensavam que vendiam uma dúzia de paredes por troca de milhares de euros! Nunca vão aprender, que é feio viver às custas dos outros...


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publicado por Lisboeta1970-, em 02.04.11 às 23:28link do post | favorito

Este sistema dos ministérios, é uma divisão governamental, onde cada ministério regista quais os projectos a executar...

 

Mas, o problema, é a quantidade de projectos que são executados, mas que nada têm de conteúdo ou ligação ao ministério em questão.

 

No caso do ministério da cultura, aceitar, obras literárias, obras teatrais, obras cinematográficas, obras dançantes, e outras obras similares, leva a qualquer um, a questionar: "cultura, onde?"... Se tais projectos têm cultura, deve estar muito bem escondida, porque cultura é aquilo que é relacionado com os conhecimentos que se tem sobre, um, ou vários, assuntos...

 

Um grupo de indivíduos que faz uma imitação visual de uma determinada época, tentando recriar, os cenários, vestuário, etc., dessa época, e produzir uma obra cinematográfica, e cobrar um milhão de euros por tal registo, demonstra a incapacidade de qualquer governo, de interpretar os enquadramentos dos projectos que aprova.

 

Além de tudo isto, um governo que tem dívida, e gasta recursos em obras que não servem para nada, é um executivo que não tem qualquer intenção de saldar as suas dívidas, mas sim aumentá-la.

 

Pelo que só resta aos magistrados, impugnar tais governos, e decretar o fim, das contribuições, e dos impostos, e outras taxas, por tempo indeterminado!


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